supl. 1
1995 · 1 artigo
Destina-se a atender às necessidades dos agentes da agricultura e da sociedade em geral e visa contribuir para o desenvolvimento regional sustentável agrícola, econômico e social.
ISSN 1678-832X1972–2026

1995 · 1 artigo
1995 · 1 artigo
dez. 1995 · 4 artigos
nov. 1995 · 9 artigos
Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores
Relato das atividades de pesquisa do Instituto de Economia Agrícola no primeiro semestre de 1995, no âmbito do Programa de Pesquisa Agropecuária coordenado pelo Sistema de Planejamento Técnico-Científico. Registra a evasão de funcionários de apoio e de pesquisadores provocada pela política de recursos humanos dos institutos estaduais, com aumento de projetos cancelados ou interrompidos e atrasos na divulgação de resultados. Informa o número de projetos conduzidos, concluídos, interrompidos e cancelados, abaixo da média do quinquênio anterior, os artigos publicados na revista Agricultura em São Paulo e no boletim Informações Econômicas, os trabalhos apresentados em eventos e as teses de mestrado defendidas, e inicia a relação dos projetos em andamento com seus coordenadores.
Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 4), revisado pelo IEA.
Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores
Análise do desempenho do complexo de proteínas animais (carnes bovina, suína e de frango e ovos) em 1995. Apresenta o crescimento contínuo da produção e do consumo mundiais de carnes na década, segundo o USDA, a hegemonia da carne suína, a participação crescente da carne de frango em detrimento da bovina e a expansão da produção de ovos. Registra a franca expansão da produção brasileira de proteína animal em 1995, em resposta às perspectivas favoráveis abertas pelo Plano Real. Na seção sobre avicultura, compara os principais produtores e importadores de carne de frango, destacando o crescimento nos Estados Unidos e na China, que ameaça a segunda posição brasileira, e a produção e o comércio de ovos, com liderança chinesa.
Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 8), revisado pelo IEA.
Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores
Texto-base para o planejamento estratégico da pesquisa agropecuária paulista, preparado em novembro de 1995, que analisa a crise dos institutos de pesquisa sob o ângulo dos recursos humanos. Parte da constatação de que nunca houve uma política orgânica e permanente de pessoal abrangendo todo o quadro e revisita a década de 1970, período de crescimento econômico, criação da EMBRAPA na esfera federal e reforma da Secretaria de Agricultura paulista em 1968, quando a proposta de mudança de regime jurídico não se concretizou. Destaca a instituição da carreira de pesquisador científico em 1975, com estrutura meritocrática semelhante à universitária, e a ausência de carreiras próprias para os demais funcionários, absorvidos pela reforma geral do funcionalismo de 1978.
Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 6), revisado pelo IEA.
Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores
Artigo que apresenta a floricultura como alternativa econômica na agricultura, a partir de um panorama internacional. Descreve os três grandes mercados (Estados Unidos, Europa e Japão), a liderança da Holanda nas exportações de flores cortadas e plantas ornamentais, a posição da Colômbia como segunda exportadora, o consumo per capita nos países desenvolvidos, a estrutura da produção holandesa e norte-americana e as características do mercado japonês, abastecido por Tailândia, Taiwan e outros países do sudeste asiático. Aponta que esses países enfrentam problemas semelhantes aos dos produtores brasileiros e que o custo do frete torna os mercados dos Estados Unidos e da Europa as melhores opções de exportação para o Brasil. Inicia a seção sobre a realidade dos países sul-americanos.
Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 5), revisado pelo IEA.
Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores
Artigo que discute a evolução do tamanho do mercado internacional de frutas frescas no período 1989-93, com base nas estatísticas da FAO, tomando a média entre importações e exportações. Situa o crescimento do consumo nos países desenvolvidos do Hemisfério Norte, associado à sofisticação alimentar e à exigência de qualidade, e o debate sobre a inserção brasileira. Mostra que o volume transacionado cresceu no quinquênio, com banana, laranja e tangerina e maçã respondendo por mais de três quartos do total, e que os maiores acréscimos ocorreram em banana, uva, pêra e abacaxi. Inicia a análise do valor das transações, que cresceu até 1992 e recuou em 1993 pela queda dos preços médios.
Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 5), revisado pelo IEA.
out. 1995 · 7 artigos
Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores
Artigo de reflexão sobre a crise da agricultura brasileira que veio à tona no primeiro semestre de 1995, criticando as análises baseadas em pressupostos microeconômicos e setorialistas. Sustenta que a crise é da agropecuária e não do conjunto do agribusiness, cujas margens de comercialização aumentaram com preços recebidos decrescentes e dispêndio estável do consumidor, configurando uma reacomodação distributiva em prejuízo dos produtores. Destaca a estrutura oligopolizada dos mercados agrícolas (atacado, agroindústrias, cooperativas, indústrias de insumos e supermercados) e alerta que comparações de preços antes e depois do Plano Real são enganosas, pois a estabilização alterou as condições de prazo e juros embutidas nos negócios.
Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 10), revisado pelo IEA.
Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores
Nota que questiona a estimativa divulgada em agosto de 1995 de uma queda de mais de 25% no valor da produção vegetal brasileira entre as safras 1993/94 e 1994/95, atribuída ao papel da agricultura como âncora do Plano Real. Recalcula o valor da produção de vinte produtos vegetais com dados de produção do IBGE e preços recebidos pelos agricultores da FGV, deflacionados pelo IGP-DI em dois critérios de correção para a inflação de julho de 1994. Nenhum dos resultados confirma a magnitude apontada: em um caso a receita cai pouco em termos reais e, no outro, cresce. Argumenta que o cálculo deve usar preços médios ponderados do período de comercialização mais intensa, dada a sazonalidade dos preços agrícolas.
Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 5), revisado pelo IEA.
Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores
Estudo que sumariza as diretrizes de política agrícola para o alho nos últimos vinte anos, seus períodos e resultados, e aponta aspectos relevantes para as decisões no âmbito do MERCOSUL. Descreve o abastecimento nos anos 1970, com predomínio das importações e estrutura oligopolista de importadores, a criação do PROHORT e do Plano Nacional de Produção e Abastecimento de Alho, que durante os anos 1980 reduziu a participação do produto importado e elevou a produtividade, e a redistribuição geográfica da produção, com ascensão de Santa Catarina, Goiás e Espírito Santo como produtores de alhos nobres. Registra a intensificação das importações a partir de 1992, com destaque para o alho argentino e a entrada do produto chinês.
Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 9), revisado pelo IEA.
set. 1995 · 10 artigos
ago. 1995 · 5 artigos
Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores
Artigo que analisa a produção paulista de açúcar no último quinquênio diante do forte aumento das exportações brasileiras na safra 1994/95, em resposta a três safras consecutivas de déficit no mercado mundial. Descreve a intervenção federal sobre o setor: as atribuições do extinto Instituto do Açúcar e do Álcool, a privatização das exportações da Região Centro-Sul a partir de 1990 e a taxação de 40% sobre as vendas externas instituída em 1995, suspensa e depois restabelecida apenas sobre o volume acima do excedente exportável. Aborda ainda o mercado mundial, com a elevação das cotações e os déficits de oferta causados pela queda de produção na Índia, na China e, sobretudo, em Cuba.
Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 5), revisado pelo IEA.
jul. 1995 · 5 artigos
Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores
Artigo que discute a dívida do setor rural na safra 1994/95. Contextualiza o papel histórico do crédito rural e o reduzido volume atual de financiamento do Sistema Nacional de Crédito Rural, e explica que as críticas dos produtores se concentraram nos encargos financeiros, especialmente na manutenção da TR na correção dos contratos, além da não revisão dos preços mínimos e do não cumprimento da equivalência em produto. Relata a negociação da bancada ruralista com o Executivo, a resolução do Banco Central sobre a renegociação das dívidas e o acordo com a CONTAG para pequenos produtores, e argumenta que a crise não se resume ao financiamento, pois grande parte dos produtores não teve crédito e os produtos tiveram resultados distintos.
Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 7), revisado pelo IEA.
jun. 1995 · 5 artigos
Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores
Artigo que analisa a cadeia produtiva da carne bovina no Brasil, priorizando a situação e as perspectivas da indústria de abate e processamento, com ênfase na capacidade instalada de abate. Adota o enfoque sistêmico de cadeia produtiva e utiliza dados do Ministério da Agricultura, do IBGE, do Conselho Nacional de Pecuária de Corte e de publicação especializada. Na seção sobre a produção primária, descreve o crescimento do rebanho entre 1970 e 1993, impulsionado pela expansão da fronteira para o Centro-Oeste e Norte, a distribuição regional do rebanho, as mudanças estruturais de modernização (pastagens, genética, sanidade, confinamento) e a tendência de desconcentração em unidades menores e mais eficientes.
Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 7), revisado pelo IEA.
maio 1995 · 9 artigos
abr. 1995 · 5 artigos
Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores
Artigo que examina a situação da pecuária leiteira paulista nos últimos anos, motivado pelas expectativas de maior produção após a estabilização econômica do Plano Real. Apresenta estatísticas do IEA/CATI sobre a evolução das pastagens do Estado de 1983 a 1994, com crescimento da pastagem cultivada e redução da natural, sobre o rebanho bovino e sua composição entre gado de leite, misto e de corte, e sobre a produção de leite dos tipos B e C na última década, destacando o ano atípico de 1993, com pastagem abundante, e a queda de 1994, provocada pela estiagem que prejudicou o segundo semestre. Inicia a análise dos preços recebidos pelos produtores.
Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 10), revisado pelo IEA.
mar. 1995 · 4 artigos
fev. 1995 · 5 artigos
Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores
Artigo que discute a necessidade de uma política cafeeira específica para o Brasil. Parte da perda de peso do café nas exportações desde 1950 e enumera as características que justificariam coordenação e intervenção diferenciadas: cultura intensiva em mão-de-obra e de relevante sentido social, planta perene que responde com atraso aos preços, flutuação cíclica histórica de produção e preços, possibilidade de armazenagem por muitos anos, acúmulo de estoques governamentais como base da política de sustentação de preços, e a situação dos estoques públicos em fins de 1994 diante das geadas e da seca daquele ano. Inclui tabela e gráfico da produção de café do Brasil e de outros países de 1960/61 a 1994/95.
Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 9), revisado pelo IEA.
Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores
Artigo que estuda a migração sazonal rural-urbana de lavradores da Chapada Diamantina, na Bahia, que deixam temporariamente suas lavouras para trabalhar como poceiros na construção civil da capital paulista, sendo posseiros por cerca de seis meses na origem e poceiros no restante do ano. A introdução situa o fenômeno no processo geral de urbanização e migração brasileira, contrasta-o com as migrações sazonais mais estudadas, dirigidas às colheitas de cana, laranja, café e algodão do interior paulista, e relaciona o calendário do fluxo com a sazonalidade do emprego na agropecuária paulista. O texto propõe relatar aspectos da vida desses migrantes, das condições adversas na origem às precárias situações de trabalho na cidade, como base para discussão mais aprofundada.
Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 16), revisado pelo IEA.
jan. 1995 · 4 artigos