Pular para o conteúdo

Informações Econômicas

v. 25, n. 10

out. 1995 · 7 artigos

Sumário

  1. Debate sobre Crise da Agricultura: Crise do Significado Setorialista e o Entendimento do Significado da CriseJosé Sidnei Gonçalves
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo de reflexão sobre a crise da agricultura brasileira que veio à tona no primeiro semestre de 1995, criticando as análises baseadas em pressupostos microeconômicos e setorialistas. Sustenta que a crise é da agropecuária e não do conjunto do agribusiness, cujas margens de comercialização aumentaram com preços recebidos decrescentes e dispêndio estável do consumidor, configurando uma reacomodação distributiva em prejuízo dos produtores. Destaca a estrutura oligopolizada dos mercados agrícolas (atacado, agroindústrias, cooperativas, indústrias de insumos e supermercados) e alerta que comparações de preços antes e depois do Plano Real são enganosas, pois a estabilização alterou as condições de prazo e juros embutidas nos negócios.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 10). Aguardando revisão do IEA.

    PDF
  2. Receita Agrícola Brasileira: Houve Queda na Safra 1994/95Alfredo Tsunechiro
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Nota que questiona a estimativa divulgada em agosto de 1995 de uma queda de mais de 25% no valor da produção vegetal brasileira entre as safras 1993/94 e 1994/95, atribuída ao papel da agricultura como âncora do Plano Real. Recalcula o valor da produção de vinte produtos vegetais com dados de produção do IBGE e preços recebidos pelos agricultores da FGV, deflacionados pelo IGP-DI em dois critérios de correção para a inflação de julho de 1994. Nenhum dos resultados confirma a magnitude apontada: em um caso a receita cai pouco em termos reais e, no outro, cresce. Argumenta que o cálculo deve usar preços médios ponderados do período de comercialização mais intensa, dada a sazonalidade dos preços agrícolas.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 5). Aguardando revisão do IEA.

    PDF
  3. Mercado Brasileiro de Alho e o MERCOSUL Complementaridade no AbastecimentoAntonio Roger Mazzei, Waldemar Pires de Camargo Filho
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Estudo que sumariza as diretrizes de política agrícola para o alho nos últimos vinte anos, seus períodos e resultados, e aponta aspectos relevantes para as decisões no âmbito do MERCOSUL. Descreve o abastecimento nos anos 1970, com predomínio das importações e estrutura oligopolista de importadores, a criação do PROHORT e do Plano Nacional de Produção e Abastecimento de Alho, que durante os anos 1980 reduziu a participação do produto importado e elevou a produtividade, e a redistribuição geográfica da produção, com ascensão de Santa Catarina, Goiás e Espírito Santo como produtores de alhos nobres. Registra a intensificação das importações a partir de 1992, com destaque para o alho argentino e a entrada do produto chinês.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 9). Aguardando revisão do IEA.

    PDF
  4. PDF
  5. Abrindo o Fardo de Algodão: Caracterização dos Efeitos da Crise na Cotonicultura do Centro-sul BrasileiroMaria Lúcia de Paula Urban, Gracia Maria Viecelli Besen, José Sidnei Gonçalves, Sueli Alves Moreira Souza
    PDF
  6. PDF
  7. Custo e Rentabilidade na Produção de Gypsophila, Região de Atibaia, Estado de São Paulo, 1994Minoru Matsunaga, Silvia Toledo Arruda, Alfredo de Almeida Bessa Junior, Mario Pires de Almeida Olivette
    PDF

Como citar

INFORMAÇÕES ECONÔMICAS. São Paulo: Instituto de Economia Agrícola, v. 25, n. 10, out. 1995. Disponível em: https://iea.agricultura.sp.gov.br/out/LerRea.php?codTexto=13101. Acesso em: 22/10/2026.