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Informações Econômicas

Destina-se a atender às necessidades dos agentes da agricultura e da sociedade em geral e visa contribuir para o desenvolvimento regional sustentável agrícola, econômico e social.

ISSN 1678-832X1972–2026

1980

12 publicações

n. 12

dez. 1980 · 3 artigos

  1. Análise do Sistema de Produção de Feijão de Inverno no Estado de São Paulo, 1980Valquiria da Silva, Tercio Ruiz Ruggeri, Daniel Ribeiro Júnior, Alfredo Tsunechiro, Devancyr Apparecido Romão
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Estudo que analisa o sistema de produção de feijão de inverno não irrigado no Estado de São Paulo, determinando seus custos para servir de subsídio às políticas de crédito agrícola e preço mínimo e à decisão dos produtores. Situa o Brasil e o Estado entre os maiores produtores de feijão, comenta a insuficiência da produção nacional frente à demanda, as medidas governamentais de apoio e o crescimento do cultivo de inverno, que abastece o mercado no período de maior escassez. O levantamento foi feito na DIRA de Presidente Prudente, onde se concentra a maior área da cultura no Estado, nos municípios de Presidente Epitácio e Santo Anastácio, em pequenas áreas conduzidas sobretudo por posseiros e arrendatários, em rotação com algodão, amendoim e milho.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 5), revisado pelo IEA.

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  2. Análise Comparativa do Custo de Produção do Instituto de Economia Agrícola com o Setor Empresarial AgrícolaRoberto de Assumpçao, José Edson Rosolen
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que compara a estimativa de custo operacional publicada anualmente pelo Instituto de Economia Agrícola com a estimativa de custo elaborada pela Cooperativa dos Agricultores da Região de Orlândia (CAROL) para as culturas de algodão, milho e soja na safra 1978/79, com o objetivo de verificar a consistência dos dados do IEA. Descreve as diferenças metodológicas entre as duas fontes, com o IEA baseando-se em entrevistas com uma amostra de agricultores e a cooperativa em áreas predeterminadas por trator, e agrega os custos em mão-de-obra, mecanização, insumos e outras despesas. Para o algodão, aponta produtividades e exigências de mão-de-obra e máquinas semelhantes nas duas fontes e diferença de custo por unidade produzida bastante pequena, passando em seguida à análise do milho.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 8), revisado pelo IEA.

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  3. Situação da Agricultura - Dezembro de 1980
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Boletim de conjuntura sobre a agricultura paulista em novembro de 1980, marcado por estiagem que provocou descontinuidade no plantio e germinação irregular de soja, milho, arroz e algodão, afetou o feijão das águas e causou queda de frutos em formação no café e nos citros. Registra os reajustes na quota de contribuição sobre a exportação de café, as condições impostas pelo Banco Central ao crédito de custeio em pomares interditados por cancro cítrico, o novo reajuste dos derivados de petróleo e medidas de abastecimento como a fixação de preços máximos do pão e do leite, a isenção de imposto de importação para quotas de feijão, arroz e trigo e as exigências da CACEX para exportação de farelo e óleo de soja. Inicia o comentário sobre o mercado de algodão.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 9), revisado pelo IEA.

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n. 11

nov. 1980 · 2 artigos

  1. Produção e armazenamento de grãos em São PauloSebastião Nogueira Junior
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que analisa a produção e a capacidade de armazenamento de grãos no Estado de São Paulo, confrontando dados regionais de produção de milho, arroz, feijão, soja e trigo do IEA (1979/80) com a capacidade estática de armazenagem intermediária e terminal apurada pela CIBRAZEM em 1978, em sua maior parte da iniciativa privada. Aponta deficiências de aparelhagem e de integração com o transporte, a baixa participação da armazenagem a granel apesar dos Corredores de Exportação e do PRONAZEM, as perdas na propriedade por falta de secagem e estocagem adequadas e a ociosidade dos armazéns e silos da CEAGESP, rede oficial do Estado. Inicia a análise regional pela DIRA da Capital, polo de concentração de produtos para exportação, agroindústria e trigo importado.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 8), revisado pelo IEA.

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  2. Situação da Agricultura - Novembro de 1980
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Boletim de conjuntura sobre a agricultura paulista em outubro de 1980, mês de preparo do solo e plantio das culturas anuais de verão, prejudicados por frio, chuvas pesadas e estiagem no fim do período, que atrasaram o plantio de milho e arroz e exigiram replantio de algodão. Registra medidas econômicas com impacto nos custos de produção, como o reajuste dos derivados de petróleo e o novo salário mínimo, e normas de crédito rural sobre o financiamento do IOF no PROCAL, a liberação de parcelas de investimento e as regras do PROAGRO. Trata também da situação do café em florada, do Plano de Revigoramento de Cafezais, das quotas de contribuição sobre exportação de café, da retirada gradual do subsídio ao trigo e da fixação de preços do leite pela SUNAB.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 9), revisado pelo IEA.

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n. 10

out. 1980 · 2 artigos

  1. Comparação entre os coeficientes físicos e estimativas de custos operacionais de produção de cana-de-açúcar própria usina e fornecedor autônomo, Estado de São Paulo, safra 1980/81Denyse Chabaribery, Nilda Tereza Cardoso de Mello
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Estudo que compara as matrizes de coeficientes físicos e as estimativas de custo operacional da cana-de-açúcar produzida em lavouras próprias de usinas e por fornecedores autônomos no Estado de São Paulo, safra 1980/81, com base em pesquisa do IEA de novembro de 1979 em usinas das regiões de Ribeirão Preto e Piracicaba. Registra a participação crescente da cana própria de usina na produção estadual, estimulada pelo Proálcool, e aponta como diferença principal o uso de máquinas mais pesadas pelas usinas no preparo do solo, o que reduz o coeficiente de uso de trator. Compara ainda as práticas de adubação, capina manual e química, conservação de carreadores, calagem, tratamento de toletes e uso de mão-de-obra comum e familiar entre usinas e fornecedores.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 11), revisado pelo IEA.

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  2. Situação da Agricultura - Outubro de 1980
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Boletim de conjuntura sobre a agricultura paulista em setembro de 1980, quando terminava o ciclo de inverno da batata e do feijão, encerrava-se a colheita do trigo e começava o plantio das culturas anuais de verão. Apresenta os resultados finais de área e produtividade das culturas de inverno e a intenção de plantio para 1980/81, com aumento previsto na área das sete principais culturas anuais (expansão em feijão das águas, milho, arroz e algodão e retração em amendoim, soja e batata), além do andamento do preparo do solo com as chuvas de meados do mês. Comenta a florada do café, as novas normas de crédito de custeio do cafezal, a quota de contribuição sobre exportação de café fixada pelo IBC e o reajuste do preço da cana-de-açúcar pelo IAA.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 10), revisado pelo IEA.

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n. 9

set. 1980 · 5 artigos

  1. População, mão-de-obra e rendimento mensal do trabalhador na agricultura do Estado de São PauloAna Elisa Brito Garcia
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que analisa a situação da população rural e da mão-de-obra ligada à agricultura no Estado de São Paulo em 1977, com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do IBGE, comparados à série iniciada em 1971. Descreve a metodologia da pesquisa e as ressalvas de comparabilidade e trata inicialmente do esvaziamento da zona rural: a população rural paulista vinha decrescendo em números absolutos e relativos desde antes da década de 1960, tendência confirmada pela PNAD entre 1971 e 1977, com crescimento apenas nas zonas urbanas. O texto prossegue com dados de migração, mão-de-obra e rendimento mensal do trabalhador agrícola.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 19), revisado pelo IEA.

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  2. Custo operacional e renda na cultura do pepino, Itapecerica da Serra, Estado de São Paulo, Janeiro de 1980Sérgio Soares Santana, Minoru Matsunaga
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Estudo que determina as exigências físicas de fatores de produção, o custo operacional e a renda da cultura do pepino em Itapecerica da Serra, com base em entrevistas diretas com produtores realizadas em janeiro de 1980, em amostra intencional indicada por agrônomos da região. Situa o pepino entre as olerícolas de produção variável ao longo do ano, comercializada pela CEAGESP, e explica a metodologia de custo operacional do IEA: depreciação de benfeitorias e de máquinas rateada entre as culturas, mão-de-obra temporária, permanente e familiar (esta pelo custo de oportunidade), material consumido, combustíveis, reparos e FUNRURAL. Apresenta em quadro os coeficientes físicos médios obtidos nos questionários.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 5), revisado pelo IEA.

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  3. Custo operacional e renda da cultura da berinjela, Embu-Guaçu, Estado de São Paulo, Janeiro de 1980José de Almeida, Paulo Edgard Nascimento de Toledo
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Estudo que determina as exigências físicas de fatores de produção, o custo operacional e a renda da cultura da berinjela em Embu-Guaçu, DIRA de São Paulo, a partir de entrevistas com um número restrito de produtores em janeiro de 1980. As propriedades, pequenas e próximas entre si, usavam tecnologia semelhante, com maior uso de mão-de-obra nas operações de classificação, embalagem, colheita e pulverização. No custo operacional por hectare e por caixa de 15 kg, os itens de maior peso foram 'outros insumos' (caixas, ripas, arame, estacas) e impostos e taxas, seguidos de adubos e defensivos, com mão-de-obra familiar superior à contratada. Com o preço médio recebido por caixa, obteve-se resíduo positivo para remunerar capital, terra e empresário.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 4), revisado pelo IEA.

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  4. Custo operacional e renda da cultura do chuchu, Itapecerica da Serra, Estado de São Paulo, janeiro de 1980Edson Augusto, Nilda Tereza Cardoso de Mello, Pery Francisco Assis Shikida
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Estudo que determina os coeficientes físicos de fatores e insumos, o custo operacional e a renda da cultura do chuchu em Itapecerica da Serra, com base em entrevistas com produtores em janeiro de 1980, referentes à produção de 1979/80. Caracteriza a cultura como sensível ao frio e permanente por três anos na região, em pequenas propriedades, muitas arrendadas, que usam microtrator e cultivam outras hortaliças. A mão-de-obra é o fator mais utilizado, sobretudo em colheita, embalagem e adubação, e o consumo de adubos químicos e orgânicos é elevado. No custo, pesam mais impostos e taxas (incluindo a taxa de cooperativa), outros insumos, adubos e mão-de-obra; com o preço médio por caixa, restou resíduo positivo por caixa e por hectare para remunerar terra, capital e empresário.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 4), revisado pelo IEA.

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  1. Situação da Agricultura - Setembro de 1980
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Boletim de conjuntura sobre a agricultura em agosto de 1980, marcado pelas críticas dos produtores aos níveis dos VBCs de soja, arroz e amendoim, que resultaram em nova faixa de produtividade e subsídio ao transporte de insumos no VBC do arroz de sequeiro para o Centro-Oeste. Trata da retirada parcial do subsídio ao trigo para os moinhos, com forte aumento do preço do grão e reflexos na farinha, de alterações no IOF e nos financiamentos do Proálcool, de mudanças operacionais no PROAGRO, do contingenciamento das exportações de farelo e óleo de soja, da isenção de importação para amônia destinada a fertilizantes, da suspensão do óleo combustível para secagem de grãos a partir de 1981 e da participação dos fornecedores de cana no financiamento dos estoques de açúcar e álcool.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 6), revisado pelo IEA.

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n. 8

ago. 1980 · 5 artigos

  1. A produção de carnes: uma análise do desempenho na década de setentaNelson Batista Martin, Clotilde Cantos, Luiz Carlos Assef
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que analisa o desempenho da produção brasileira de carnes bovina, suína e de aves ao longo da década de 1970, tratando o setor como um complexo pecuário integrado. Discute os ciclos de oferta da pecuária bovina de corte, associados aos baixos índices zootécnicos e ao longo ciclo de produção, a inconsistência da política governamental voltada a medidas de curto prazo e a substituição do consumo de carne bovina por aves e suínos, cujos preços reais se mantiveram estáveis ou em queda. Registra taxas de crescimento da produção no período 1974-79 bem mais elevadas para aves e suínos que para bovinos e aponta a mudança tecnológica na avicultura como resultado desse processo.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 16), revisado pelo IEA.

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  2. Composição do rebanho bovino leiteiro, Estado de São PauloFrancisco Alberto Pino, José Roberto Vicente
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Nota que descreve a composição racial e a distribuição regional do rebanho bovino leiteiro paulista, com base em levantamento do IEA e da CATI de novembro de 1978 em amostra de propriedades agrícolas. O rebanho leiteiro, de cerca de 2,9 milhões de cabeças, era formado majoritariamente por gado mestiço e cruzado (zebu com europeu), seguidos do holandês, do gir leiteiro e de outras raças, como jersey e suíço. As DIRAs de Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Vale do Paraíba, Campinas, Araçatuba e Sorocaba concentravam a maior parte do gado leiteiro, e cerca de 80% dos animais estavam em propriedades com mais de 50 hectares. Apresenta ainda a participação do rebanho leiteiro no rebanho bovino total, com destaque para o Vale do Paraíba.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3), revisado pelo IEA.

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  3. Evolução dos preços dos principais laticínios no período 1975/79Flávio Loureiro Paes Junior, José Carlos Gomes dos Reis Filho
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Análise da evolução dos preços dos principais laticínios no período 1975-79, relacionando os preços de varejo em supermercados da cidade de São Paulo (leite tipo C, queijo minas, queijo prato, manteiga, leite em pó integral e leite condensado) com o preço recebido pelo produtor pelo litro de leite, para avaliar os efeitos do controle governamental de preços no setor. As relações, transformadas em índices semestrais, mostram 1977 como ano atípico, quando a elevação real do preço do leite ao produtor reduziu a margem de comercialização da maioria dos derivados. Comenta o efeito da alíquota do ICM sobre os queijos, a mudança no tipo de controle exercido pelo CIP em 1979, o custo das embalagens e o regime de margens fixas da SUNAB para a manteiga.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 5), revisado pelo IEA.

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  4. Distribuição da produção do tomate no Estado de São PauloAna Maria Montragio Pires de Camargo, Waldemar Pires de Camargo Filho
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    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Estudo que descreve a distribuição da produção de tomate rasteiro (industrial) e envarado (de mesa) no Estado de São Paulo, responsável por quase metade da produção nacional em 1979 e pela maior parte da capacidade de industrialização do país. Compara os quinquênios 1970-74 e 1975-79 quanto às taxas de crescimento de área, produtividade e produção, mostrando o deslocamento do tomate rasteiro da DIRA de Ribeirão Preto para as de Presidente Prudente, Araçatuba e São José do Rio Preto, com ganhos de produtividade, e a concentração do tomate envarado nas DIRAs de Sorocaba e Campinas. Relaciona os principais municípios produtores por região e comenta a comercialização do tomate de mesa nos entrepostos terminais, em especial a CEAGESP.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 5), revisado pelo IEA.

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  1. Situação da Agricultura - Agosto de 1980
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Boletim de conjuntura sobre a agricultura em julho de 1980, centrado na divulgação dos preços mínimos da safra 1980/81, com aumentos nominais expressivos para algodão, feijão, arroz, milho, soja e mandioca, em média superiores à alta dos insumos, embora se ressalve a perda real dos produtores na safra encerrada, dado o forte aumento dos fertilizantes; apresenta quadro comparativo dos preços mínimos de 1979/80 e 1980/81 para São Paulo. Registra os novos preços de fertilizantes fixados pelo CIP, a dispensa de adesão ao PROAGRO quando houver seguro facultativo, a revogação do tabelamento do farelo de soja, a isenção de imposto de importação para milho, sorgo, feijão preto e leite em pó e as metas do Plano de Safra 1980/81 do IAA para o açúcar.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 11), revisado pelo IEA.

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n. 7

jul. 1980 · 2 artigos

  1. Estimativa de custo operacional e coeficientes técnicos das principais explorações agropecuárias, Estado de São Paulo, safra 1980/81Alfredo de Almeida Bessa Junior, Denyse Chabaribery, José Edson Rosolen, Minoru Matsunaga, Nilda Tereza Cardoso de Mello
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Estudo que apresenta as estimativas de custo operacional e as matrizes de coeficientes técnicos das principais explorações agropecuárias do Estado de São Paulo para a safra 1980/81, publicadas anualmente pelo IEA como subsídio à política agrícola, aos bancos, às empresas e aos produtores. Explica a metodologia de custo operacional adotada (mão-de-obra, operação de máquinas e animais, empreitas, sementes, adubos, defensivos, embalagem, juros e depreciações), a introdução de novas matrizes para café e tomate rasteiro e a atualização parcial de coeficientes de tomate envarado, banana e trigo. Descreve os critérios de cálculo do custo diário da mão-de-obra por DIRA e de máquinas e equipamentos, com preços de insumos de maio de 1980 projetados para o ano agrícola, e ressalva o efeito da inflação sobre a precisão das estimativas.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 91), revisado pelo IEA.

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  2. Situação da Agricultura - Junho de 1980.
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Boletim de conjuntura sobre a agricultura em junho de 1980, mês em que o governo define a política agrícola de curto prazo para o novo ano agrícola. Trata da aprovação, pelo Conselho Monetário Nacional, dos Valores Básicos de Custeio e das condições de financiamento para 1980/81, com redução do número de faixas de produtividade e acréscimos desiguais por produto, em geral abaixo da elevação dos custos variáveis calculada pelo IEA; apresenta quadro comparativo dos VBCs de 1979/80 e 1980/81 por cultura e faixa de produtividade. Descreve os limites financiáveis, a cobertura e o prêmio do PROAGRO, os valores mínimos de terra nua fixados pelo INCRA para o ITR, o preço máximo do farelo de soja tabelado pela SUNAB e os novos preços de garantia do café para a safra 1980/81.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 8), revisado pelo IEA.

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n. 6

jun. 1980 · 3 artigos

  1. Efeitos do PROALCOOL na agricultura paulistaAlceu de Arruda Veiga Filho, Elcio Umberto Gatti, Nilda Tereza Cardoso de Mello
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que sintetiza estudo do IEA sobre os efeitos do Programa Nacional do Álcool na agricultura paulista. Situa a crise energética brasileira como reflexo da crise mundial e do desequilíbrio do balanço de pagamentos, agravado pelos aumentos do petróleo a partir de 1973, que passaram a absorver mais da metade das divisas geradas. Explica que a substituição da gasolina por álcool de cana surgiu também como resposta à crise do setor canavieiro, com queda dos preços externos do açúcar e capacidade ociosa após a modernização, e que o programa foi instituído pelos decretos de 1975 com objetivos de substituição de petróleo, redução de disparidades regionais e uso intensivo de terra e mão de obra. Discute a meta de produção para 1985 e a expectativa de forte concentração em São Paulo, que exigiria expansão anual expressiva da área de cana em um Estado sem áreas ociosas.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 12), revisado pelo IEA.

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  2. Imposto territorial rural sob nova sistemáticaMaria Tanajura Cruz Gimenes, Maria Auxiliadora de Carvalho, José Sebastião de Lima
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que examina a nova sistemática do Imposto Territorial Rural introduzida em janeiro de 1980, instrumento fiscal previsto no Estatuto da Terra de 1964 para promover a função social da propriedade, com o objetivo de reduzir a especulação imobiliária e estimular o uso de terras subutilizadas. Descreve o modelo anterior de cálculo, com alíquota básica sobre o Valor da Terra Nua multiplicada por coeficientes de dimensão, localização, condições sociais e produtividade, baseado no conceito de módulo rural, e as alterações da Lei 6.746 de 1979, que criaram o Módulo Fiscal definido por município segundo a exploração predominante e a renda, simplificando o cálculo pela divisão da área aproveitável pelo módulo, com alíquotas entre 0,2% e 3,5%. Registra a ampliação da não incidência para imóveis de até um módulo fiscal e os estímulos fiscais que podem reduzir o imposto em até 90%.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 11), revisado pelo IEA.

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  3. Situação da Agricultura - Maio de 1980.
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Boletim de conjuntura sobre a agricultura em maio de 1980, início do ano agrícola 1980/81, marcado pela discussão da prioridade agrícola, do crédito rural e dos preços mínimos diante da política monetária restritiva. Registra as reivindicações dos produtores por VBCs e preços mínimos que cubram os custos, com base na forte alta dos preços pagos pela agricultura paulista (fertilizantes, defensivos, combustíveis) apurada pelo IEA. Comenta a reformulação do imposto de exportação pelo Conselho Monetário Nacional, com os produtos sujeitos e as isenções mantidas, o tratamento dado a café e açúcar, o risco de a política cambial voltar a funcionar como imposto implícito, os novos preços da cana fixados pelo IAA, considerados baixos pelos fornecedores, as regras de custeio do trigo e o reajuste dos preços mínimos do arroz.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 8), revisado pelo IEA.

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n. 5

maio 1980 · 3 artigos

  1. Desvalorização cambial, imposto de exportação e agriculturaSebastião Nogueira Junior, Nelson Kazaki Toyama
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que analisa a maxidesvalorização cambial de dezembro de 1979, de cerca de 30%, acompanhada de imposto de exportação sobre produtos agrícolas e agroindustriais, e suas implicações para a agricultura. Explica que a política de minidesvalorizações vinha sobrevalorizando o cruzeiro e tornando as exportações dependentes de incentivos contestados por outros países, e que a medida buscou reduzir o déficit comercial e alcançar metas ambiciosas de exportação para 1980 e 1984. Descreve a participação decrescente, mas ainda elevada, da agricultura nas exportações brasileiras, a posição do País como exportador residual de alguns produtos e agressivo em industrializados como suco de laranja e farelo de soja, e o crescimento das indústrias alimentícias na pauta. Inicia a discussão do imposto de exportação como instrumento fiscal e de controle da oferta interna, com ressalvas para produtos em que o Brasil forma preço.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 7), revisado pelo IEA.

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  2. Concentração da produção de cebola no BrasilWaldemar Pires de Camargo Filho, Ana Maria Montragio Pires de Camargo
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que analisa a concentração da produção de cebola no Brasil, resumo de estudo mais amplo em elaboração. Situa o papel da agricultura no desenvolvimento e critica a aplicação das políticas de apoio por área de atuação e não por grupos de produtos, com pouco suporte a olerícolas como tomate, batata e cebola. Descreve as cinco grandes regiões produtoras de bulbos, no Rio Grande do Sul, no Vale do Itajaí em Santa Catarina, no Vale do São Francisco em Pernambuco e Bahia e em São Paulo, onde a DIRA de Sorocaba, com Piedade e Pilar do Sul, e os polos de claras precoces de São José do Rio Pardo e Monte Alto concentram a produção. Informa que em 1979 São Paulo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina responderam por 90% da produção nacional e explica o calendário de safras, com pico de novembro a janeiro, produção de soqueira em maio e junho e claras precoces de julho a outubro.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 6), revisado pelo IEA.

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  3. Situação da Agricultura - Abril de 1980.
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Boletim de conjuntura sobre a agricultura em abril de 1980. Relata a regionalização da aplicação dos recursos obrigatórios de crédito rural, a dispensa do plantio de feijão da seca para tomadores de crédito de cana e café mediante compromisso de plantio nas águas, a exclusão do custeio da cana para álcool dos recursos do Proálcool e a isenção do imposto de exportação para soja e derivados. Descreve a nova política para a pecuária leiteira, com a criação do leite tipo especial e novos preços, as importações de leite em pó, manteiga e gordura para cobrir déficits e o empréstimo compulsório sobre rendimentos não tributáveis. No mercado de algodão, registra estabilidade externa, preços internos firmes e a baixa qualidade da safra, que inviabiliza exportar os tipos mais finos.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 8), revisado pelo IEA.

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n. 4

abr. 1980 · 3 artigos

  1. A produção de semente de cebola no BrasilWaldemar Pires de Camargo Filho
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que discute a produção de semente de cebola no Brasil, destacando a semente como insumo determinante do desempenho da cultura. Classifica as variedades e híbridos disponíveis segundo a exigência de fotoperíodo e o ciclo: claras precoces, como Texas Early Grano, Amarela Chata das Canárias e Excel; o grupo das baias piriformes e bojudas, de precocidade intermediária; e as tardias, cultivadas apenas no Rio Grande do Sul. Alerta para os fatores negativos do uso de sementes importadas, como a dependência de qualidade e quantidade variáveis, a baixa resistência a doenças e ao armazenamento, e registra o forte aumento das importações de sementes entre 1960-62 e 1976-78. Observa a expansão das claras precoces em regiões antes dedicadas às baias piriformes, em consequência de fracassos na produção nacional de sementes destas.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 7), revisado pelo IEA.

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  2. Condições atuais de armazenagem no Estado de São PauloSebastião Nogueira Junior
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que resume um perfil setorial da armazenagem no Estado de São Paulo, integrante do projeto Agroindústria e Desenvolvimento (BADESP/FEALQ/IEA). Aponta que a armazenagem no Brasil não acompanhou o crescimento da produção, com déficits sobretudo nas regiões de ocupação recente e de sucessão soja-trigo, o que impede os agricultores de aproveitar a política de preços mínimos, e registra o impulso do PRONAZEM a partir de 1975. Mostra que a capacidade estática paulista em 1978 representava cerca de um quinto do total nacional, mas o Estado é considerado deficitário por concentrar mercadorias de outras regiões e pela pequena participação da armazenagem a granel. Descreve a expansão de armazéns e silos, o número de unidades em 1978, a concentração da capacidade nas DIRAs de São Paulo e Ribeirão Preto e a evolução das tarifas da CEAGESP.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 4), revisado pelo IEA.

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  3. Situação da Agricultura - Março de 1980.
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Boletim de conjuntura sobre a agricultura em março de 1980, quando o início da colheita levou o Governo Federal a medidas de comercialização: reajuste do preço mínimo da soja, delegação aos agentes financeiros das decisões sobre prorrogação de crédito, crédito de custeio limitado ao Valor Básico de Custeio, regionalização da aplicação obrigatória dos depósitos bancários em crédito rural, adesão facultativa ao PROAGRO quando houver outro seguro obrigatório, VBCs e preço do trigo para a nova safra, ampliação dos agentes financeiros do Proálcool e prazo de um ano para financiamentos à avicultura de corte. Na parte de mercados, destaca a produtividade excepcional do arroz paulista, a reativação do mercado de café com alta do preço ao produtor e as previsões preliminares de déficit na temporada açucareira 1980/81.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 8), revisado pelo IEA.

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n. 3

mar. 1980 · 4 artigos

  1. Mudanças recentes na política de crédito ruralMaria Auxiliadora de Carvalho, Maria Tanajura Cruz Gimenes
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que descreve as mudanças na política de crédito rural decorrentes das medidas de combate à inflação de dezembro de 1979, quando a Resolução 590 do Banco Central introduziu encargos financeiros compostos de juros e correção monetária vinculada à variação das ORTNs. Explica a diferenciação dos encargos conforme a classificação do produtor, mini e pequenos com produção até 400 MVR e médios e grandes acima disso, e a finalidade do crédito, custeio, investimento ou comercialização, com tratamento mais favorável nas áreas da SUDENE e da SUDAM. Apresenta quadros com os encargos por finalidade e classe de produtor e com as bases de adiantamento dos créditos de investimento, registra a manutenção de taxa nula para o financiamento de fertilizantes e o financiamento integral das lavouras de cana do PROÁLCOOL.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 10), revisado pelo IEA.

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  2. Estimativas de custo operacional de atividades agropecuárias através do processo de computação eletrônicaAlfredo de Almeida Bessa Junior, José Negreira Lopez
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que apresenta a aplicação de computação eletrônica ao cálculo e à impressão das estimativas de custo operacional das atividades agropecuárias elaboradas pelo IEA. Descreve o processo até então adotado, com coleta de dados, cálculo manual, datilografia, impressão gráfica e distribuição, e o objetivo de substituir as fases de cálculo e impressão por um programa automático, ganhando tempo e precisão. Expõe a metodologia de custo operacional do IEA, divulgada a partir do Prognóstico 1972/73, baseada em coeficientes técnicos por hectare para cada cultura, tecnologia, região e época, e detalha o cálculo do custo diário de máquinas e implementos, da depreciação de culturas perenes, do juro bancário sobre metade do custeio, da mão de obra por DIRA e de taxas como polders, seguro do algodão e arrendamento.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 9), revisado pelo IEA.

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  3. Coeficientes técnicos para estimativas de custo de produção de tomate rasteiro, Estado de São Paulo, 1979Paul Frans Bemelmans, Silvia Toledo Arruda, José Edson Rosolen, Bernardo Lorena Neto
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Estudo que apresenta coeficientes técnicos para estimativas de custo de produção de tomate rasteiro no Estado de São Paulo em 1979, como parte do projeto de análise de custo e renda das principais explorações agrícolas do IEA. Mostra que entre 1974 e 1979 a área diminuiu e a produção cresceu graças a ganhos de produtividade, com substituição de lavouras não irrigadas por irrigadas, e aponta os riscos climáticos da cultura de entressafra. Descreve a amostra de 109 questionários, coletados em agosto e setembro de 1979 nas DIRAs de São José do Rio Preto, Ribeirão Preto, Presidente Prudente e Araçatuba, estas últimas tornadas as maiores produtoras após a instalação de fábricas. Comenta o caráter itinerante da cultura, o predomínio de arrendatários, as áreas médias por região, a preferência da indústria por lavouras irrigadas e a superprodução de 1979 com perdas para produtores.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 9), revisado pelo IEA.

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  4. Situação da Agricultura - Fevereiro de 1980.
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Boletim de conjuntura sobre a agricultura em fevereiro de 1980. Descreve as medidas federais do mês: alíquotas do imposto de exportação sobre soja e derivados, reajuste dos preços mínimos de soja e semente de soja, condicionamento do crédito para café e cana-de-açúcar ao plantio de feijão em parte da área financiada, novos preços de fertilizantes fixados pelo CIP, com elevação real expressiva e deterioração dos termos de troca do setor, e extensão das operações de preços mínimos a outras instituições financeiras. Na parte de mercados, trata do início das vendas da safra de arroz aos maquinistas, da recuperação esperada dos preços do café no exterior e das negociações de cotas do Acordo Internacional do Açúcar, com as preocupações dos produtores de cana quanto aos novos preços e ao Proálcool.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 8), revisado pelo IEA.

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n. 2

fev. 1980 · 3 artigos

  1. Preço médio de proteínas e calorias provenientes de hortaliças, varejo de São PauloFernando M. Villela, Paulo Edgard Nascimento de Toledo
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Estudo que calcula o preço médio de proteínas e calorias fornecidas por hortaliças no varejo da cidade de São Paulo, motivado pela alta do custo dos alimentos, em especial das carnes, e pela possibilidade de substituição parcial por olerícolas. Utiliza os teores de energia e proteína por parte comestível do Estudo Nacional da Despesa Familiar da FIBGE para 14 produtos e os preços médios de varejo coletados pelo IEA entre outubro de 1978 e outubro de 1979. Conclui que a couve é a fonte mais barata de proteína e o pepino a mais cara, com beterraba, berinjela, abóbora e agrião entre as mais econômicas, e que, por caloria, abóbora, beterraba, cenoura, couve, tomate e pimentão são as mais baratas. Ressalta que a hortaliça de menor preço nominal nem sempre é a mais econômica em termos nutricionais e que a análise não considera preferências nem outros nutrientes.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 4), revisado pelo IEA.

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  2. Evolução da cultura do feijão, 1970-80Sylvia Regina Hellmeister
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que analisa a evolução da cultura do feijão no Brasil entre 1970 e 1980. Caracteriza a estagnação da cultura na década, com produtividade que só foi melhor nos três primeiros anos e piores safras em 1976 e 1978, geralmente por frustração da safra da seca, enquanto a área cresceu de forma gradual, resultando em produções oscilantes. Observa que, embora terceiro produtor mundial, o Brasil tem consumo elevado e recorre a importações, sobretudo de feijão preto, e que as quebras de safra reduzem o consumo per capita e o acesso da população de menor renda a um alimento básico rico em proteína. Atribui os problemas à fragilidade da cultura frente a clima e doenças, ao pouco avanço da pesquisa, à exploração pulverizada e ao reduzido impacto da política governamental, em contraste com a soja, e apresenta quadro com área, produção e rendimento por safra.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 6), revisado pelo IEA.

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  3. Situação da Agricultura - Janeiro de 1980.
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Boletim de conjuntura sobre a agricultura em janeiro de 1980, com as resoluções federais voltadas à normalização do abastecimento interno e ao estímulo às culturas da seca: reajuste dos preços mínimos de feijão e amendoim, taxas de juros mais favoráveis para esses produtos e para batata-semente, autorização das instituições do crédito rural para operar a política de preços mínimos, suspensão do desconto de títulos de comercialização de feijão para evitar estoques especulativos, aumento dos fertilizantes aprovado pelo CIP e controle dos preços dos óleos comestíveis. Registra orientação do Banco Central para prorrogar dívidas de citricultores atingidos pelo cancro cítrico e comenta os mercados de soja, café e feijão e o andamento das inspeções da campanha de erradicação do cancro nos pomares paulistas.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 8), revisado pelo IEA.

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n. 1

jan. 1980 · 4 artigos

  1. Situação do abastecimento de cebola no BrasilWaldemar Pires de Camargo Filho
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que analisa a situação do abastecimento de cebola no Brasil a partir da evolução da produção nos anos 1970. Identifica os sete maiores estados produtores, Rio Grande do Sul, São Paulo, Pernambuco, Santa Catarina, Paraná, Bahia e Minas Gerais, responsáveis por quase toda a produção nacional, e compara os quinquênios 1970/74 e 1975/78: São Paulo, Pernambuco e Santa Catarina ampliaram sua participação em área e produção, com ganhos expressivos de produtividade, enquanto o Rio Grande do Sul, tradicional líder, estabilizou-se e perdeu participação, Bahia e Paraná tiveram ganhos mínimos e Minas Gerais reduziu área e produção. Apresenta quadro com área, produção e participação de cada estado de 1970 a 1979, com base em dados da FIBGE e do IEA.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 6), revisado pelo IEA.

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  2. Aspectos do abastecimento do tomate no BrasilEloisa Elena Bortoleto, Lidia Hathue Ueno
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que examina aspectos do abastecimento de tomate no Brasil. Destaca a escassez de dados sobre hortigranjeiros e utiliza a pesquisa de consumo e gasto familiar do IBGE de 1974/75 para mostrar a participação das olerícolas e do tomate fresco no consumo de hortigranjeiros in natura, com diferenças regionais: maior consumo de olerícolas na região Sul e no Rio de Janeiro, e de tomate em São Paulo, no Distrito Federal e no Rio de Janeiro. Informa a produção nacional de 1978 segundo a FIBGE, a parcela industrializada e a proporção do consumo in natura que passa pelas centrais de abastecimento do SINAC e pela CEAGESP, comentando o efeito das centrais sobre o comércio e o afastamento dos produtores pela urbanização. Traz quadros de consumo por região e de tomate comercializado no atacado por origem e destino em 1978.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 6), revisado pelo IEA.

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  3. Estimativas de custo operacional para as culturas do amendoim e feijão, Estado de São Paulo, Janeiro de 1980José Roberto Viana de Camargo, Nilda Tereza Cardoso de Mello
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Nota que revisa as estimativas de custo operacional do IEA para as culturas de amendoim e feijão, das águas e da seca, no Estado de São Paulo, com preços de janeiro de 1980, em razão das mudanças nos preços dos derivados de petróleo e na política agrícola. Explica os critérios adotados: preços do óleo diesel segundo a época de uso das máquinas, correção do salário mínimo, previsão de novos aumentos para as culturas da seca, preços de fertilizantes fixados pelo CIP e acréscimos para defensivos e sacaria, sem incorporar as novas taxas de juros do custeio. Compara as estimativas de maio de 1979 e janeiro de 1980, mostrando valores próximos para as culturas das águas, exceto o amendoim de Marília pela empreita de colheita, e aumentos expressivos para o feijão da seca, evidenciando o peso do óleo diesel no cultivo motomecanizado.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 7), revisado pelo IEA.

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  4. Situação da Agricultura - Dezembro de 1979.
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Boletim de conjuntura sobre a agricultura em dezembro de 1979, dedicado às medidas do Governo Federal que complementaram a política econômica: a maxidesvalorização cambial de 30%, com efeitos sobre as exportações agrícolas e os preços dos insumos importados, e o imposto de exportação, que reduz os ganhos decorrentes da desvalorização. Detalha a nova composição dos encargos do crédito rural (correção monetária parcial mais juros), diferenciados por categoria de produtor e finalidade, a manutenção de juros nulos para fertilizantes, os novos critérios do ITR, a lei que elimina a responsabilidade dos produtores no desconto de títulos rurais, os preços mínimos fixados para frango e peixe e o aumento escalonado das alíquotas de ICM sobre produtos agrícolas em São Paulo.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 20), revisado pelo IEA.

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