Pular para o conteúdo

Informações Econômicas

Destina-se a atender às necessidades dos agentes da agricultura e da sociedade em geral e visa contribuir para o desenvolvimento regional sustentável agrícola, econômico e social.

ISSN 1678-832X1972–2026

1979

12 publicações

n. 12

dez. 1979 · 4 artigos

  1. Importação de fertilizantes e matérias-primas no Brasil, 1972-79Célia Regina Roncato Penteado Tavares Ferreira, Antonio José Braga do Carmo
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que analisa as importações brasileiras de fertilizantes e matérias-primas entre 1972 e 1979, segundo os portos de desembarque. Registra que Santos, Rio Grande, Porto Alegre e Paranaguá respondem por cerca de 90% do total importado, que cresceu de forma expressiva no período, atingindo cerca de 6 milhões de toneladas de produto em 1978. Usando a regionalização do Sindicato da Indústria de Adubos e Corretivos Agrícolas de São Paulo, descreve a participação das regiões Centro, Sul e Norte/Nordeste, o predomínio do Porto de Santos, o crescimento acentuado de Paranaguá e a importância de Rio Grande após as reformas de 1972. Observa ainda que os fertilizantes superaram as matérias-primas em todo o período, embora sua participação tenha caído até 1976 e voltado a subir em 1977 e 1978, e traz quadro com os volumes por porto e ano.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 5), revisado pelo IEA.

    PDF
  2. A crise energética e o futuro do algodãoSebastião Nogueira Junior
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que discute o futuro do algodão diante da crise energética, começando pelo panorama mundial. Aponta a instabilidade da produção de pluma nos últimos cinco anos, refletida sobretudo na área cultivada, a tendência declinante dos preços em razão do lento crescimento do consumo frente à oferta e a formação de grandes estoques, com dados do Comitê Consultivo Internacional do Algodão para 1974/75 a 1978/79. Analisa a concorrência das fibras sintéticas derivadas do petróleo, em especial rayon e poliéster, cujos preços nos Estados Unidos se mantiveram abaixo dos do algodão, e mostra a queda da participação do algodão no consumo mundial de fibras têxteis entre 1967 e 1978, enquanto as sintéticas cresceram rapidamente. Observa que a expansão da capacidade de produção de sintéticos desacelerou após 1974 e que a alta do petróleo pode fortalecer a intenção dos países desenvolvidos de conter essa produção.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 6), revisado pelo IEA.

    PDF
  3. Estacionalidade na produção do leite no Estado de São PauloFlávio Loureiro Paes Junior
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que examina a estacionalidade da produção de leite em pó integral no Estado de São Paulo, comparando suas variações com as do recebimento de leite tipo C pelas usinas de pasteurização. Situa o leite em pó integral como o produto de maior expressão entre os derivados desidratados, embora o desnatado e o semidesnatado tenham crescido muito mais entre 1970 e 1977, e observa que em São Paulo a produção é altamente concentrada em uma única empresa. Comenta o consumo médio mensal por pessoa, a compra predominante em supermercados e os preços de atacado fixados pelo CIP entre 1974 e 1978, com tendência real crescente e maiores valores na entressafra. Descreve o método de índices estacionais por média aritmética móvel centralizada, aplicado a dados mensais de julho de 1974 a julho de 1978, e apresenta quadros de preços e de produção mensal.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 5), revisado pelo IEA.

    PDF
  4. Situação da Agricultura - Dezembro de 1979
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Boletim de conjuntura sobre a agricultura paulista em novembro de 1979, mês de implementação das políticas agrícolas aprovadas. Apresenta as primeiras previsões de plantio das culturas de verão em São Paulo, com expansão de arroz, milho, feijão das águas e amendoim, estabilidade da soja e redução do algodão, e registra novas instruções do Banco Central para o revigoramento de cafezais geados, a elevação pela SUNAB dos preços do leite pagos ao produtor, a cobertura de 100% do PROAGRO e os fortes aumentos dos combustíveis, com reflexos nos custos de produção e escoamento. No comportamento dos mercados, comenta a produção mundial recorde de algodão prevista pelo USDA e as estimativas divergentes para a Região Meridional, a recuperação esperada da safra nacional de arroz com leilões do produto importado, a alta do açúcar no exterior e o crescimento da produção de álcool, e a perda de mercado do café brasileiro nos Estados Unidos para a Colômbia.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 10), revisado pelo IEA.

    PDF

n. 11

nov. 1979 · 2 artigos

  1. PDF
  2. Situação da Agricultura - Novembro de 1979
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Boletim de conjuntura sobre a agricultura paulista em outubro de 1979. Destaca a aprovação do Programa Especial de Revigoramento de Cafezais Geados e do Plano de Revigoramento de Cafezais para 1979/80, a antecipação dos preços de garantia do IBC e a garantia contra quedas de preço do café no exterior, além da revogação pela SUNAB dos preços máximos de milho e arroz com a chegada do produto importado e da autorização de importação de óleo vegetal. No comportamento dos mercados, comenta a previsão de aumento da produção mundial de algodão e a alta dos preços em São Paulo, ainda inviáveis para exportação, a expectativa de expansão da área de amendoim das águas, a semeadura do arroz e a liberação de seus preços de venda com leilões na Bolsa de Cereais, a queda de rendimento da batata e o endividamento dos produtores, e a sustentação dos preços do café pelo Grupo de Bogotá.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 9), revisado pelo IEA.

    PDF

n. 10

out. 1979 · 2 artigos

  1. Política agrícola: aspectos de longo prazoGabriel Luiz Seraphico Peixoto da Silva, Nelson Batista Martin
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que chama a atenção para os aspectos de longo prazo da política agrícola, em especial a questão tecnológica, pouco considerada nas discussões centradas em instrumentos de curto prazo. Argumenta que as medidas de crédito, seguro e preços pressupõem a disponibilidade de tecnologia pronta para uso, hipótese que não está assegurada. Com dados sobre o esforço de pesquisa em seis produtos ao longo de cinquenta anos, mostra que a pesquisa privilegiou sistematicamente os produtos exportáveis em detrimento dos domésticos, cujo hiato tecnológico pode ampliar-se, agravado pela discriminação da política econômica contra a agricultura voltada ao mercado interno e pela realocação de recursos para o problema energético. Aponta ainda subinvestimento em pesquisa agrícola no Brasil e em São Paulo, comparado a padrões internacionais para países de renda semelhante.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 5), revisado pelo IEA.

    PDF
  2. Situação da Agricultura - Outubro de 1979
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Boletim de conjuntura sobre a agricultura paulista em setembro de 1979. Registra o reajuste dos preços dos fertilizantes ensacados autorizado pelo CIP e o novo aumento dos combustíveis, que elevaram os custos de produção e defasaram os financiamentos baseados nos Valores Básicos de Custeio, além da fixação pelo IAA de novos preços da cana-de-açúcar, do açúcar e do álcool e de alterações no PROÁLCOOL. No comportamento dos mercados, comenta a alta do arroz com retenção do produto, a expectativa de maior área de amendoim, a melhora do mercado de batata, a estabilidade do café e o fracasso da reunião da OIC, a ligeira alta do açúcar no exterior, a firmeza da cebola, a estabilidade do feijão, as dificuldades da exportação de banana, a expansão da citricultura e as variações de preços das hortaliças na CEAGESP.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 8), revisado pelo IEA.

    PDF

n. 9

set. 1979 · 3 artigos

  1. O consumo de pescado no BrasilAlfredo Tsunechiro
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que tece considerações sobre o consumo de pescado no Brasil, com base principalmente nos resultados preliminares do Estudo Nacional da Despesa Familiar (ENDEF) do IBGE, realizado entre 1974 e 1975, em oito áreas metropolitanas. Contextualiza os incentivos fiscais via SUDEPE desde 1967 e a utilidade de estudos de consumo para estratégias de comercialização. Compara o consumo per capita brasileiro, estimado pela FAO e pela SUDEPE, com o de grandes consumidores como Japão e Islândia e com a média mundial, e analisa as variações regionais, com maior consumo de peixe de mar nas metrópoles litorâneas e de peixe de água doce nas cidades interioranas, além da relação inversa entre consumo de pescado e de carnes substitutas, como em Porto Alegre e Belo Horizonte. Inicia a análise dos equipamentos varejistas de venda de pescado fresco, salgado e enlatado.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 9), revisado pelo IEA.

    PDF
  2. O preço de terra na análise econômicaAlceu de Arruda Veiga Filho
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que discute o papel do preço da terra na análise econômica, confrontando a crença no mecanismo de preços como sinalizador eficiente da escassez de recursos, presente na hipótese da inovação induzida de Hayami e Ruttan, com evidências para o caso brasileiro. Revisa trabalhos que apontam a insuficiência dos mecanismos de mercado para induzir a modernização de produtos de consumo doméstico, estudos sobre São Paulo que sugerem que a terra se tornou fator mais escasso e desempenhou também papel de reserva de valor entre 1970 e 1978, e pesquisas sobre a componente especulativa nos preços de terras nos Estados Unidos e sobre a relação entre valorização das terras e política agrícola no Brasil. Propõe examinar como se forma o preço da terra no Estado de São Paulo e compará-lo criticamente ao postulado teórico.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 8), revisado pelo IEA.

    PDF
  3. Situação da Agricultura - Setembro de 1979
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Boletim de conjuntura sobre a agricultura paulista em agosto de 1979. Analisa a fixação dos preços mínimos para a safra 1979/80, com aumentos expressivos em relação à safra anterior, do algodão em caroço à soja, e compara os novos preços com os custos variáveis médios estimados pelo IEA, mostrando que todos os produtos ficaram acima do custo, embora amendoim, mamona e sorgo com estímulo menor, e ressalva que os reajustes dos derivados de petróleo podem alterar esse quadro. Um quadro apresenta custo operacional e preços mínimos por produto. No comportamento dos mercados, comenta a expectativa de preços internacionais estáveis para o algodão, a escassez de arroz agravada por retenção especulativa e suprida por importação, a falta de oferta de amendoim, e o abastecimento de batata com o início da safra paulista de inverno.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 10), revisado pelo IEA.

    PDF

n. 8

ago. 1979 · 5 artigos

  1. Cooperativismo na cafeicultura paulistaRoxana Maria M. Topel, Irene J. Einhorn Goldenberg, Arthur Antonio Ghilardi
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que traça a evolução do cooperativismo na cafeicultura paulista, integrante do Projeto IEA/10 Economia Cafeeira. Situa o movimento cooperativista brasileiro como iniciativa oficial e explica o surgimento tardio das cooperativas de café, só no fim dos anos 1950, pelo regime extensivo de produção e pela autossuficiência dos produtores no comércio de exportação. Descreve o primeiro surto cooperativista a partir do Plano Cafeeiro de 1956/57, a fundação das cooperativas paulistas entre 1957 e 1966, com rápida expansão do número de entidades e de associados até 1960 e incentivos até 1964, seguidos de mudanças na política de financiamento e tributação que levaram à dissolução ou inatividade de muitas delas. Mostra que, apesar da redução do número de cooperativas até 1975, o número médio de associados por cooperativa cresceu.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 5), revisado pelo IEA.

    PDF
  2. Potencialidade da soja brasileiraSebastião Nogueira Junior
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que analisa a potencialidade da soja brasileira, apresentado em painel da EMBRAPA no Centro Nacional de Pesquisa de Soja, em Londrina, em junho de 1978. Relata a expansão sem paralelo da cultura na década anterior, com área e produção multiplicadas entre 1968 e 1977, a consolidação do Brasil como segundo exportador a partir de 1973 e o papel do farelo como principal item de exportação do complexo soja. Aponta os fatores do crescimento, como cotações elevadas, tecnologia e mecanização, sucessão com o trigo e estrutura cooperativista, e compara a participação de Estados Unidos, China e Brasil na produção e na área mundial, os níveis de produtividade dos principais produtores e concorrentes como Argentina, México e Paraguai, além da vantagem de a safra brasileira coincidir com a entressafra do Hemisfério Norte.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 6), revisado pelo IEA.

    PDF
  3. Panorama da cafeicultura, 1978 a 1980Arthur Antonio Ghilardi, Minoru Matsunaga
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Análise do panorama da cafeicultura entre 1978 e 1980, iniciando pelo cenário internacional. Apresenta as estimativas do USDA de produção mundial, consumo dos países produtores e produção exportável para os anos cafeeiros 1978/79 e 1979/80, a queda das importações da Europa e dos Estados Unidos após a alta de preços provocada pela geada de 1975 e sua recuperação em 1978, quando a produção exportável foi suficiente para atender a demanda, sugerindo estabilização dos estoques mundiais. Destaca o aumento das exportações colombianas e brasileiras, a trajetória das cotações internacionais segundo a OIC, em queda desde abril de 1977 até a reversão em março de 1979 e a alta acelerada após as geadas de junho no Brasil, e comenta a ausência de cláusulas econômicas em vigor no Acordo Internacional do Café e o mecanismo acordado para reuniões extraordinárias em caso de fortes variações de preços.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 6), revisado pelo IEA.

    PDF
  4. Abertura de mercado para produtos da silviculturaAntonio Roger Mazzei
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que trata da abertura de mercado para produtos da silvicultura, situando a implantação de florestas artificiais no Brasil e em outros países diante da escassez de matérias-primas florestais e da derrubada indiscriminada das matas. Descreve o papel do IBDF na aprovação de projetos de reflorestamento financiados por incentivos fiscais, criados pela Lei 5.106 de 1966 e pelo Decreto-Lei 1.134 de 1970, com o total de área, árvores plantadas e investimentos até 1975, liderados por Minas Gerais e São Paulo. Destaca o pioneirismo paulista na silvicultura em larga escala, a área reflorestada no Estado com eucaliptos e pinheiros concentrada nas regiões de Mogi Guaçu, Itapeva e Bauru, a pequena participação do reflorestamento entre as opções de incentivos fiscais frente a SUDENE, SUDAM, SUDEPE e EMBRATUR, e a nova orientação a partir de 1971 voltada à exportação de matéria-prima para celulose e papel.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 10), revisado pelo IEA.

    PDF
Mais 1 artigo
  1. Situação da Agricultura - Agosto de 1979
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Boletim de conjuntura sobre a agricultura paulista em julho de 1979. Destaca os preços mínimos fixados para a safra 1979/80, considerados estimulantes e com reajuste médio elevado, sobretudo para os alimentos básicos, e a apreensão dos avicultores com a demora das linhas de crédito de custeio. No comportamento dos mercados, comenta o preço mínimo do algodão e a expectativa de maior área, a colheita remanescente do amendoim da seca e as compras das indústrias de óleo, a previsão de expansão da área de arroz em São Paulo, a alta esperada da batata após geadas, a queda da cebola abaixo do custo com intervenção da COBAL, a estabilidade do café, os estoques recordes de açúcar, as frutas, o mercado olerícola retraído, o fim da safra de milho, a alta dos produtos avícolas, a pecuária e o pescado, além das exportações de suco de laranja e frutas frescas pelo Porto de Santos.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 6), revisado pelo IEA.

    PDF

n. 7

jul. 1979 · 3 artigos

  1. Estimativa de custo operacional, coeficientes técnicos das principais explorações agropecuárias, Estado de São Paulo, 1979/80Alfredo de Almeida Bessa Junior, Denyse Chabaribery, José Edson Rosolen, Minoru Matsunaga, Nilda Tereza Cardoso de Mello, Paul Frans Bemelmans, Silvia Toledo Arruda
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Levantamento de estimativas de custo operacional e coeficientes técnicos das principais explorações agropecuárias do Estado de São Paulo para o ano agrícola 1979/80. Explica a estrutura de custo operacional adotada pelo IEA, com despesas desembolsadas no ciclo da exploração, depreciações e juro bancário, e o uso das estimativas como instrumento de administração rural e de política agrícola. Relata as atualizações do ano, como coeficientes regionalizados de amendoim das águas para Guaíra e Pompeia, novos custos de leite tipo B e C em Guaratinguetá e Cunha, chá-da-índia em Registro e substituição de coeficientes de diversas culturas e criações. Detalha o cálculo das diárias de mão de obra comum e de tratorista, os reajustes aplicados aos demais insumos e as fontes de preços de máquinas, insumos e fertilizantes.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 99), revisado pelo IEA.

    PDF
  2. Algumas observações sobre política agrícolaAlceu de Arruda Veiga Filho
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que discute a política agrícola brasileira a partir das medidas aprovadas pelo Conselho Monetário Nacional em maio de 1979, o chamado pacote agrícola, apresentado em seminário do IEA e no Congresso Paulista de Agronomia. Considera as medidas uma tentativa de evitar a penalização da agricultura, destacando a desvinculação do crédito de custeio dos preços mínimos, a desburocratização do crédito com a figura do miniprodutor e o cheque-ouro rural, medidas para a comercialização e o incentivo ao feijão via PROAGRO, mas observa que os instrumentos de extração do excedente agrícola, como a sobrevalorização cambial, permanecem. Estrutura-se em quatro seções, sobre política cambial, termos de troca da agricultura, política monetária e creditícia e efeitos prováveis das medidas, iniciando pela crítica à aplicação da teoria da paridade do poder de compra nas minidesvalorizações.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 16), revisado pelo IEA.

    PDF
  3. Situação da Agricultura - Julho de 1979
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Boletim de conjuntura sobre a agricultura paulista em junho de 1979. Relata a fixação dos critérios do Valor Básico de Custeio pelo Conselho Monetário Nacional, por faixas de produtividade e produto, com valores médios para o Centro-Sul abaixo dos levantados pelo IEA. No comportamento dos mercados, comenta a possível expansão da área de algodão, a importação de arroz para cobrir o déficit nacional, as perspectivas do café após a fixação dos preços de garantia, a redução da produção de açúcar e o impulso ao PROÁLCOOL, os mercados de cebola, feijão, frutas, hortaliças após a geada, mandioca, milho com importação autorizada e soja, além da avicultura e da pecuária afetada pelos danos das geadas às pastagens e pela falta de vacinas. Registra o crescimento das exportações pelo Porto de Santos no primeiro semestre, lideradas por farelo de soja, suco de laranja e farelo de citros.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 7), revisado pelo IEA.

    PDF

n. 6

jun. 1979 · 4 artigos

  1. Coeficientes físicos e estimativas de custo operacional para pecuária leiteira, nos municípios de Guaratinguetá e Cunha, Estado de São Paulo, 1979Denyse Chabaribery, Nilda Tereza Cardoso de Mello, Cassio Amaury F. de Azevedo
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Estudo que apresenta coeficientes físicos de produção e estimativas de custo operacional para a pecuária leiteira nos municípios de Guaratinguetá (leite tipo B e C) e Cunha (leite tipo C), no Vale do Paraíba, como resultado parcial de projeto coordenado pela DIRA da região com participação do IEA. Explica a importância dos coeficientes físicos para dar precisão aos custos e detectar distorções no uso dos fatores, e descreve a base de dados, uma subamostra de questionários de 1977, e os equipamentos e alimentos considerados típicos da região, como cana, capim-napier e silagem de milho. O quadro para leite tipo B em Guaratinguetá detalha, por mil litros, dias de serviço por operação, material consumido, depreciações, juros e custo operacional total e por litro.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 9), revisado pelo IEA.

    PDF
  2. Comportamento da produção de carne bovinaNelson Batista Martin, Clotilde Cantos
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que analisa o comportamento da produção de carne bovina no Brasil e no Estado de São Paulo. Aponta que, apesar das vantagens comparativas do País, a produção cresceu nos últimos vinte anos a taxa inferior à do crescimento da demanda, e que em São Paulo os níveis de produção mostram relativa estabilidade, com redução do rebanho de corte no período 1974-78 pelo desestímulo a novos investimentos e pela concorrência de culturas como soja e cana-de-açúcar. Examina a composição do rebanho paulista, com queda nas categorias de vacas e novilhas, relaciona o efetivo de matrizes ao ciclo de preços reais da arroba do boi entre 1970 e 1978, prevendo nova fase de alta, e comenta a escassez de carne, a intenção do governo de importar em 1979 e a queda das exportações desde 1972.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 7), revisado pelo IEA.

    PDF
  3. Preços de terras agrícolas no Estado de São PauloAntonio José Braga do Carmo
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que analisa a evolução dos preços de terras agrícolas no Estado de São Paulo entre 1972 e 1978. Atribui o dinamismo do mercado à maior procura diante da oferta relativamente inelástica, já que praticamente todas as terras agricultáveis do Estado estão ocupadas, e ao papel da terra como reserva de valor frente à inflação, sobretudo após a crise do petróleo de 1973/74. Apresenta quadro com os valores da terra nua de primeira, de segunda e de campo, por Divisão Regional Agrícola, em cruzeiros de fevereiro de 1978, mostrando forte valorização real em todos os tipos e regiões, com diferenças regionais explicadas pela proximidade de mercados, infraestrutura e rentabilidade das culturas, e destaca a DIRA de Campinas como a de maior preço de terra de primeira.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 6), revisado pelo IEA.

    PDF
  4. Situação da Agricultura - Junho de 1979
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Boletim de conjuntura sobre a agricultura paulista em maio de 1979. Destaca a aprovação pelo Conselho Monetário Nacional do pacote agrícola, com o financiamento de custeio passando a basear-se nos valores básicos de custeio e não mais nos preços mínimos, cobertura total do PROAGRO, prazo maior para o pequeno produtor e ampliação dos prazos de financiamento na pecuária. No comportamento dos mercados, comenta a procura por amendoim, a cogitada importação de arroz para suprir o déficit, o afluxo de batata, a alta do café, a redução da produção de açúcar prevista no Plano de Safra 1979/80 com aumento da meta de álcool, a geada de fim de mês que atingiu hortaliças e cafezais, a colheita da soja e a escassez de farelo e óleo por preços administrados, além de ração, gado, leite, pescado e o recorde de exportação de suco de laranja pelo Porto de Santos.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 6), revisado pelo IEA.

    PDF

n. 5

maio 1979 · 4 artigos

  1. Relações entre agricultura e indústria: o caso das conservas de hortaliças e frutas no Estado de São PauloIrene J. Einhorn Goldenberg
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que analisa aspectos da baixa inter-relação entre a agricultura e as pequenas e médias indústrias de conservas de legumes, verduras e frutas no Estado de São Paulo, originado do Projeto Agroindústria e Desenvolvimento (BADESP-FEALQ-IEA). Caracteriza o setor em 1974, com 119 empresas responsáveis pela maior parte do valor da produção nacional, mas fortemente condicionado às grandes empresas, já que as pequenas e médias, embora majoritárias em número, respondem por parcela reduzida do emprego e do valor produzido, concentrando-se em conservas em vinagre, molhos, temperos e condimentos. Descreve a metodologia baseada no cadastro do IPI de 1974 e em visitas a estabelecimentos, e inicia a discussão sobre o papel da demanda interna e da variedade de matérias-primas nacionais e importadas no desenvolvimento da atividade.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 7), revisado pelo IEA.

    PDF
  2. Crédito rural no Estado de São PauloMaria Auxiliadora de Carvalho
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que discute a política de crédito rural e apresenta dados preliminares de pesquisa do IEA sobre sua distribuição no Estado de São Paulo. Enumera as críticas mais frequentes à concessão dos financiamentos, como a preferência por produtores com maiores garantias, a valorização das terras, o desvio de recursos subsidiados para outras atividades e o endividamento, confrontando-as com os objetivos da lei que institucionalizou o crédito rural em 1965 e sugerindo que as distorções decorrem mais da execução do que da formulação. Descreve as medidas do Banco Central de 1977 e 1978 que reduziram os percentuais financiados em investimento e custeio, exigindo maior participação do produtor, e as alternativas propostas ao subsídio via crédito. Introduz um quadro que relaciona os imóveis rurais por estratos de área, segundo o cadastro do INCRA de 1972, com o uso de crédito.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 5), revisado pelo IEA.

    PDF
  3. Evolução do consumo aparente de fertilizantes no Brasil, 1954-78Célia Regina Roncato Penteado Tavares Ferreira
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que analisa a evolução do consumo aparente de fertilizantes no Brasil entre 1954 e 1978, relacionando-o com a produção nacional e as importações. Registra o crescimento acentuado a partir de 1967, associado à política de crédito rural para aquisição de insumos, e compara as taxas anuais de crescimento de nitrogênio, fósforo e potássio em subperíodos, mostrando a mudança da relação N:P:K ao longo do tempo, com inversão favorável ao fósforo nos anos 1970 ligada à expansão de culturas como trigo e soja. Aponta a desaceleração após a crise do petróleo de 1974 e a retomada em 1975-77 com o subsídio ao preço dos fertilizantes, a estabilização da demanda em 1978 por geadas, estiagem e limitações de crédito, e uma perspectiva otimista para 1979 condicionada à política agrícola.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 6), revisado pelo IEA.

    PDF
  4. Situação da Agricultura - Maio de 1979
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Boletim de conjuntura sobre a agricultura paulista em abril de 1979, centrado nos índices de preços. Registra que apenas o milho, em baixa desde fevereiro, teve queda de preço, enquanto todos os demais produtos subiram, com destaque para cebola, laranja, tomate, banana, mandioca, suínos e feijão, o que levou a forte elevação dos índices de produtos vegetais e animais e do índice geral de preços recebidos. Compara as variações com as de abril de 1978 e com o mesmo mês do ano anterior, quando a alta acumulada dos produtos animais superou amplamente a dos vegetais. Descreve o aumento do índice de preços pagos pela agricultura, maior nos insumos adquiridos no próprio setor agrícola, e aponta que, como os preços recebidos subiram mais que os pagos, o índice de paridade cresceu no mês.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 6), revisado pelo IEA.

    PDF

n. 4

abr. 1979 · 4 artigos

  1. Custo de produção e exigência média dos fatores físicos da cultura de alfaceIkuyo Kiyuna, Richard Domingues Dulley
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Estudo que apresenta o custo operacional e as exigências médias dos fatores físicos de produção da cultura de alface, com base em entrevistas diretas a agricultores de Mogi das Cruzes em maio e junho de 1978, segundo a metodologia de custo operacional do IEA. Aponta que adubos e corretivos são o item de maior peso no custo, seguidos de mão de obra, com predomínio da familiar sobre a contratada, e de embalagem. Entre as operações, a colheita é a que mais exige trabalho, seguida de transplante, capina manual e desbaste, e observa-se forte uso de esterco de galinha em contraste com pouco adubo químico, além do uso generalizado de adubo foliar. Informa a produção média por hectare em engradados, o custo por hectare e por engradado, o preço médio obtido e o resíduo para remunerar capital e empresário.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 5), revisado pelo IEA.

    PDF
  2. Perspectivas da orizicultura em 1979Sylvia Regina Hellmeister
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que examina as perspectivas da orizicultura em 1979. No plano mundial, relata a produção recorde de 1977/78 estimada pelo USDA, com bons desempenhos de Índia, Bangladesh e Japão compensando perdas por estiagem na Indonésia, Tailândia, Birmânia e China, a retração do comércio internacional com restrição das vendas tailandesas, o aumento dos estoques e a queda das cotações FOB Bangkok a partir de meados de 1978, sem expectativa de recuperação de preços em 1978/79. No Brasil, registra a quebra da safra 1977/78 estimada pela FIBGE, concentrada no Centro-Sul, com fortes perdas por seca no Paraná e em São Paulo, os fatores conflitantes que condicionavam a área de 1979 e as sucessivas revisões para baixo da estimativa da CFP para 1978/79 em razão da estiagem e do excesso de chuvas em outras áreas.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 5), revisado pelo IEA.

    PDF
  3. Incrementos nos estoques mundiais de soja em 1978/79Marina Brasil Rocha
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que analisa o aumento dos estoques mundiais de soja em 1978/79. Apresenta estimativas de produção, estoques iniciais, disponibilidade e consumo mundiais de oleaginosas, com destaque para o crescimento da safra dos Estados Unidos, e projeta estoques finais de soja bem superiores aos da temporada anterior, apesar da queda da produção brasileira por seca e do aumento das importações soviéticas. Descreve a trajetória dos preços internacionais em 1978, com alta no primeiro semestre, baixa entre junho e agosto e recuperação no fim do ano, e a expectativa de área recorde nos Estados Unidos em 1979/80. No Brasil, traz a estimativa da CFP para a safra 1978/79 por Estado, a capacidade de esmagamento instalada e a possível necessidade de importar grão, a redução da safra de milho e o esquema de comercialização da CACEX para 1979/80, condicionado ao abastecimento interno.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 6), revisado pelo IEA.

    PDF
  4. Situação da Agricultura - Abril de 1979
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Boletim de conjuntura sobre a agricultura paulista em março de 1979, centrado nos índices de preços. Entre os 17 produtos do índice geral de preços recebidos, apenas laranja, banana, milho, mandioca, batata e aves tiveram queda, enquanto cebola, feijão, ovos, suínos, mamona e soja lideraram as altas, resultando em elevação dos índices de produtos vegetais e animais e do índice geral, com variações menores quando excluído o café. Compara com março de 1978 e com o mesmo mês do ano anterior, quando os produtos animais acumularam alta muito superior à dos vegetais. Registra o crescimento do índice de preços pagos pela agricultura, tanto de insumos adquiridos fora quanto dentro do setor, e a consequente retração do índice de paridade no mês.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 4), revisado pelo IEA.

    PDF

n. 3

mar. 1979 · 4 artigos

  1. Variação estacional de hortaliças a nível de atacadoEloisa Elena Bortoleto, Lidia Hathue Ueno
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que apresenta gráficos de variação estacional de índices de preço e de quantidade para 25 hortaliças comercializadas no mercado atacadista da CEAGESP, com base em dados mensais de 1968 a 1977 e no método da média geométrica móvel centralizada. Explica que os produtos hortícolas, perecíveis e de ciclo curto, não permitem a formação de estoques reguladores, o que agrava as oscilações de preços na safra, e que o conhecimento dos padrões estacionais interessa a pesquisadores em genética, produtores, órgãos de governo e consumidores. Ressalta a necessidade de atualização periódica desses estudos diante de inovações tecnológicas e de novas regiões produtoras, e inicia a série de figuras com abóbora seca, abobrinha e agrião.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 11), revisado pelo IEA.

    PDF
  2. O mercado de aves e ovos de 1977/78Gilberto Corrêa de Godoy
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Análise do mercado de aves e ovos em 1977/78. Apresenta a produção mundial de carne de aves e de ovos em 1978 segundo a FAO, com os principais países produtores, exportadores e importadores, o crescimento das importações do Oriente Médio e a instabilidade dos preços de frango na Europa, com tendência de estabilização e ampliação de subsídios à exportação. No Brasil, registra o aumento da produção de matrizes de corte e postura apurado pela UBA, o bom desempenho da avicultura paulista em 1978, favorecida pela escassez de carne bovina e com relação frango/ração superior à de 1977, a escassez de ovos com altas nas cotações, o crescimento das exportações de carne de frango e de pintos de um dia, e a piora das relações de troca no início de 1979 pela alta real das rações.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3), revisado pelo IEA.

    PDF
  3. A safra da batata de inverno, 1978/79Paulo Augusto Wiesel
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que analisa a safra de batata de inverno de 1978/79 no contexto do mercado mundial. Descreve a tendência estacionária da produção mundial, o elevado consumo per capita em países temperados, os programas de autossuficiência dos grandes importadores, os fluxos de comércio nas Américas, os calendários de oferta na América do Norte e do Sul e o predomínio do consumo in natura na América Latina frente aos produtos transformados nos países industrializados. Compara preços ao produtor no Brasil, na Holanda e nos Estados Unidos nos últimos três anos. No âmbito nacional, caracteriza a safra de inverno, ofertada de agosto a novembro, sobretudo por São Paulo e Minas Gerais, com custos mais elevados pelo uso de irrigação e ganhos de produtividade ao longo da década, e inicia a distribuição regional da produção paulista.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 5), revisado pelo IEA.

    PDF
  4. Situação da Agricultura - Março de 1979
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Boletim de conjuntura sobre a agricultura paulista em fevereiro de 1979, precedido do sumário da edição de março da revista, que inclui artigos técnicos e estatísticas agrícolas. Compara as variações dos índices de preços recebidos pelos agricultores, de produtos vegetais e animais, com as de fevereiro de 1978 e com o mesmo mês do ano anterior, quando a alta anual foi bem mais intensa nos produtos animais, e apresenta as variações com e sem o café. Descreve o aumento do índice de preços pagos pela agricultura, distinguindo insumos adquiridos fora e dentro do setor agrícola, e registra retração do índice de paridade, já que os preços pagos cresceram mais que os recebidos. Conclui com a Cesta de Mercado, cujo valor subiu em relação a janeiro a taxa inferior à observada um ano antes.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 5), revisado pelo IEA.

    PDF

n. 2

fev. 1979 · 7 artigos

  1. O enfoque urbano da política agrícolaAlberto Veiga
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que discute o que o autor chama de enfoque urbano da política agrícola brasileira, isto é, a tendência de acionar os instrumentos de política para atender necessidades e reivindicações do consumidor urbano e da indústria, em detrimento de investimentos no meio rural. Situa essa tendência ao lado de outras características da política, como o dirigismo estatal, os estímulos creditícios combinados com controles de preços e o favorecimento das explorações voltadas ao exterior. Relaciona sua origem ao modelo de substituição de importações dos anos 1950, que via a agricultura como fornecedora de alimentos, mão de obra e capital para a indústria, e inicia a análise de seus efeitos pelos investimentos estatais em infraestrutura de comercialização.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 5), revisado pelo IEA.

    PDF
  2. Preços médios recebidos pelos fruticultores no Estado de São PauloElizabeth Alves, Maria de Fátima Packer
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que introduz a publicação mensal de preços médios recebidos pelos fruticultores do Estado de São Paulo, como parte do Projeto Análise de Preços. Justifica a necessidade de dados básicos sobre preços de frutas, marcados por forte flutuação devido ao curto período de produção e à perecibilidade, e descreve a metodologia: seleção de 25 espécies, cadastro de produtores, coleta por questionários enviados a fruticultores e a agências do BANESPA com carteira agrícola, e conversão de preços de atacado da CEAGESP para o nível de produtor. Explica os testes estatísticos usados para comparar as fontes, os indicadores de dispersão estimados mensalmente, o critério de coeficiente de variação para publicar ou não o preço, com aplicação aos dados de janeiro de 1979, e as formas de apresentação dos quadros.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 6), revisado pelo IEA.

    PDF
  3. O Brasil frente à situação mundial do algodãoSebastião Nogueira Junior
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que situa o Brasil diante da situação mundial do algodão, a partir da Declaração sobre Política do Algodão aprovada na 37ª Reunião Plenária do Comitê Consultivo Internacional do Algodão, realizada em San Salvador entre novembro e dezembro de 1978. Resume os itens do documento: redução da produção mundial em 1978/79, com menor área e rendimento, compensada por estoques elevados; expectativa de recuperação do consumo, concentrada em países em desenvolvimento; concorrência das fibras artificiais, em especial o poliéster; perda de atratividade dos preços do algodão frente aos custos na época do plantio; menor alta real dos preços; a importância do produto como fonte de divisas e a necessidade de informações estatísticas; e o interesse pela criação de uma associação internacional para o desenvolvimento do algodão.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 5), revisado pelo IEA.

    PDF
  4. O mercado de farelo de laranjaAntonio Ambrósio Amaro, Nair M. Hara
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que analisa o mercado de farelo de laranja, subproduto da industrialização de citros em São Paulo, cuja maior parte é exportada para compor rações na Europa. Descreve as características do produto, seu uso na alimentação de bovinos, aves e suínos e o baixo consumo interno, atribuído ao pouco conhecimento dos criadores. Na ausência de dados oficiais, estima a produção anual desde 1970 a partir do rendimento por caixa processada, apresenta as exportações pelo Porto de Santos por país de destino, com predominância da Holanda, e as cotações médias anuais FOB, em valorização até 1977 e com recuo estimado em 1978. Examina ainda o número e o tamanho médio dos embarques, maiores nos últimos meses do ano, quando coincidem o pico de processamento e a demanda europeia de inverno.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 4), revisado pelo IEA.

    PDF
Mais 3 artigos
  1. Algumas considerações sobre a produção de leite no Estado de São PauloLuiz Moricochi
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que comenta a política adotada para o setor leiteiro no Estado de São Paulo e propõe um plano para reduzir a escassez do produto. Caracteriza a pecuária leiteira como atividade tradicional de baixa rentabilidade, cuja taxa de crescimento da produção declinou das décadas de 1950 e 1960 até tornar-se negativa em meados dos anos 1970, com lenta recuperação a partir de 1975, e apresenta quadro com produção, preços recebidos e valor da produção de 1948 a 1978. Distingue dois componentes da política, medidas de curto prazo voltadas ao abastecimento dos grandes centros a preços acessíveis e medidas de estímulo à oferta via novas técnicas, e argumenta que importações, estocagem, tabelamento e subsídios ao consumidor deprimem a expectativa de renda do produtor, sendo necessário combinar políticas de curto e longo prazos.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 10), revisado pelo IEA.

    PDF
  2. Analfabestismo na população agrícola do Estado de São PauloGabriela Toscano
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Nota que confronta a modernização e mecanização da agricultura paulista com o nível de instrução da mão de obra rural, a partir de indicadores de analfabetismo. Mostra, com dados dos Censos Demográficos e da PNAD de 1976, que o analfabetismo na população rural de cinco anos e mais do Estado caiu de 61% em 1950 para 30% em 1976, ainda bem acima do observado na população urbana, e que o número absoluto de analfabetos rurais também diminuiu. Apresenta estimativa do levantamento do IEA de abril de 1978 para habitantes de imóveis agrícolas com mais de 3 hectares, com cerca de 31% de analfabetos entre as pessoas de cinco anos e mais, e observa que o analfabetismo é maior entre as mulheres.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 5), revisado pelo IEA.

    PDF
  3. Situação da Agricultura - Fevereiro de 1979
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Boletim de conjuntura sobre a agricultura paulista em janeiro de 1979. Registra elevação do índice geral de preços médios recebidos pelos agricultores em relação a dezembro, com altas para cebola, tomate, banana, laranja, ovos, milho, suínos e bovinos, entre outros, e compara as variações com as de janeiro de 1978 e com o mesmo mês do ano anterior, quando o aumento anual foi puxado pelos produtos animais. Descreve o crescimento do índice de preços pagos pela agricultura, maior nos insumos adquiridos no próprio setor agrícola, e o recuo do índice de paridade no mês. Encerra com a Cesta de Mercado da cidade de São Paulo, com aumento modesto em relação a dezembro, inferior ao de janeiro de 1978, e maior elevação da despesa com produtos de origem animal do que com os de origem vegetal.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 4), revisado pelo IEA.

    PDF

n. 1

jan. 1979 · 4 artigos

  1. A falsa dicotomia: exportação e abastecimento internoAlberto Veiga
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que discute a política brasileira de comércio exterior, em especial as exportações agrícolas, apresentado para debate na XVI Reunião da Sociedade Brasileira de Economia Rural, em 1978. Argumenta que o aumento das exportações de produtos primários não tem sido encarado como solução para o equilíbrio do balanço de pagamentos por razões ligadas à inflação e ao abastecimento interno. Revisa as justificativas da proteção negativa às exportações agrícolas no período de substituição de importações dos anos 1950 e mostra como foram perdendo sustentação, restando a prioridade política de abastecimento do mercado interno, em contexto de diversificação da pauta exportadora e de crescente competição entre os mercados interno e externo.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 5), revisado pelo IEA.

    PDF
  2. Comercialização do café no Estado de São Paulo ao nível de produtor, segundo os canais de distribuiçãoIrene J. Einhorn Goldenberg, Roxana Maria M. Topel
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que traça um perfil dos canais de distribuição do café no Estado de São Paulo ao nível do produtor, nas safras 1973/74 e 1974/75, a primeira de escassez após a geada de 1972 e a segunda recorde. Utiliza dados primários dos levantamentos de estimativa e previsão de safras do IEA, coletados em novembro junto a cerca de 2.000 propriedades cafeeiras nas dez DIRAs, classificadas por estratos de área. Examina a oferta média por propriedade, a participação dos estabelecimentos com menos de 100 hectares na produção, a regionalização da oferta e o destino do café até novembro, dividido entre comércio, estocagem no interior e consumo nas propriedades, considerando a ação de maquinistas, cooperativas, IBC e outros compradores.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 4), revisado pelo IEA.

    PDF
  3. Segunda estimativa de custo operacional das culturas de batata da seca, feijão da seca e cana-de-açúcar (plantio), 1979Richard Domingues Dulley, José Edson Rosolen
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Nota que apresenta novas estimativas de custo operacional por hectare para as culturas de batata da seca, feijão da seca e cana-de-açúcar de ano e meio, com preços dos fatores de produção de dezembro de 1978. Compara os valores com as estimativas publicadas em julho de 1978 para batata em Ibiúna e Itapetininga e em Divinolândia e São Sebastião da Grama, feijão em Itapeva e Avaré com tração animal e motomecanizada, e cana nas regiões de Ribeirão Preto e Piracicaba, explicando que os acréscimos aplicados anteriormente a mão de obra e insumos reduziram a diferença entre os dois períodos. Um quadro detalha os itens de custo, a produtividade esperada e o custo por unidade de produção.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3), revisado pelo IEA.

    PDF
  4. Situação da Agricultura - Desempenho do setor agrícola em 1978 no Estado de São Paulo
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Boletim de conjuntura sobre o desempenho do setor agrícola paulista em 1978. A partir de estimativas de preço e produção de 26 dos principais produtos, safra 1977/78, aponta queda real do valor bruto da produção em relação a 1976/77, explicada sobretudo pela forte redução do preço real do café, apesar de sua maior produção; excluído o café, o valor ficou praticamente estável, com decréscimo para os produtos vegetais e crescimento para os animais. Registra a renda agrícola global em valores correntes e a participação dos produtos vegetais e animais, a ordem de importância do café, cana-de-açúcar, carne bovina e aves e ovos, e os produtos com ganhos e perdas reais de renda. Introduz ainda os indicadores de desempenho do setor, como índices de preço, quantidade, valor, área e rendimento, e apresenta quadro detalhado por produto.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 29), revisado pelo IEA.

    PDF