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Informações Econômicas

Destina-se a atender às necessidades dos agentes da agricultura e da sociedade em geral e visa contribuir para o desenvolvimento regional sustentável agrícola, econômico e social.

ISSN 1678-832X1972–2026

1990

12 publicações

v. 20, n. 12

dez. 1990 · 2 artigos

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  2. Mudanças na composição da área cultivada no Estado de São Paulo e suas regiões agrícolas, 1970/72 a 1987/89José Sidnei Gonçalves, Irene Roque de Oliveira Moreira, Nelson Batista Martin, Sueli Alves Moreira Souza
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Estudo que coteja o perfil da agricultura paulista no triênio 1987/89 com o de 1970/72, sob a ótica das culturas e das regiões agrícolas, a partir da participação de cada atividade na área cultivada. Contextualiza as transformações ocorridas após 1970, ligadas à urbanização, à abertura externa e à consolidação do complexo agroindustrial, e o papel das políticas públicas na dinâmica diferenciada das culturas e regiões. Utiliza dados das previsões e estimativas de safras do IEA para 1970-89, recompondo a regionalização oficial da Secretaria de Agricultura vigente em 1974-85 até o nível de município, com médias trienais para 26 culturas. A análise de cada região considera a participação das culturas na área regional e a participação da região na área estadual de cada cultura.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 24), revisado pelo IEA.

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v. 20, n. 11

nov. 1990 · 2 artigos

  1. A agricultura paulista deve ser uma prioridade políticaJosé Sidnei Gonçalves, Nelson Batista Martin
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  2. Plano agrícola: diretrizes básicas e o financiamento da agriculturaJosé Luiz Teixeira M. Vieira, Valquiria da Silva
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que analisa o Plano Agrícola divulgado pelo Governo Federal em agosto de 1990, a vigorar a partir da safra 1990/91, em suas linhas gerais e principalmente quanto ao financiamento do setor. Destaca a reorientação da relação Estado-agricultura, com o Estado deixando o papel de principal executor da política para o de gerenciador de normas, a desregulamentação, o objetivo de maior competitividade via mudança tecnológica e verticalização da produção, e a menção à questão ambiental na fronteira amazônica. Examina a ênfase na política de preços em lugar do crédito subsidiado, a reestruturação do Programa de Garantia de Preços Mínimos, com menor número de produtos amparados, parâmetros baseados em preços de mercado e regionalização dos preços mínimos.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 5), revisado pelo IEA.

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v. 20, n. 8

ago. 1990 · 3 artigos

  1. A possibilidade da reforma agrária do Brasil novoYara Maria Chagas de Carvalho, Richard Domingues Dulley
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  2. Índices de preços pagos pela agricultura paulista: mudanças no painel de levantamento de preços, no sistema de ponderação e na fórmula de cálculoSamira Aoun
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Nota metodológica sobre a reformulação do índice de preços pagos pela agricultura paulista (IPP), publicado mensalmente pelo IEA e calculado até junho de 1990 pela fórmula de Laspeyres de base fixa, com ponderação derivada da estrutura de gastos de 1959. A partir de julho de 1990 o índice passa a usar a fórmula de Laspeyres modificada de base móvel, um painel atualizado de insumos, fatores e serviços e o sistema de ponderação da pesquisa de composição de gastos de 1980/81, com período base em agosto de 1989. Explica que a ponderação dos agrupamentos foi mantida, descreve as mudanças nos itens, como a separação do frete dos serviços comprados e a inclusão de sementes, e comenta as possibilidades e limites de encadeamento com a série anterior.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3), revisado pelo IEA.

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  3. Índices mensais de preços recebidos pelos agricultores paulistas: nova estrutura de ponderação e comparaçãoRosa Maria Pescarin Pellegrini
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Nota metodológica sobre a nova estrutura dos índices mensais de preços recebidos pelos agricultores paulistas, calculados desde 1968 com série retroativa a 1948 pelo método de Laspeyres de base fixa. Para corrigir os vieses de pesos invariáveis ao longo de períodos muito longos, os novos índices passam a usar a fórmula de Laspeyres modificada de base móvel, com pesos dados pela participação de 21 produtos no valor médio da produção agrícola do Estado em 1986-88, atualizados anualmente por média móvel trienal. Serão construídos o índice geral (IPR), o de produtos vegetais (IPV) e o de produtos animais (IPA), com série iniciada em agosto de 1989, e apresenta-se a estrutura de ponderação por produto.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3), revisado pelo IEA.

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v. 20, n. 7

jul. 1990 · 6 artigos

  1. Efeitos da Reforma Administrativa do Governo Federal sobre o Setor AgrícolaAlberto Veiga
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Nota de conjuntura que analisa os efeitos da reforma administrativa do Governo Federal sobre o setor agrícola, em dois enfoques: os reflexos sobre os instrumentos de política setorial e as consequências para as funções e estruturas dos serviços de apoio ao meio rural. Descreve a condução tradicionalmente simultânea e conflituosa da política agrícola pelos Ministérios da Agricultura e da Fazenda, a cultura de intervenção constante nos mercados e a nova percepção surgida nos anos 80 sobre os papéis do poder público e do setor privado. Aponta que a reforma concentrou os instrumentos de política agrícola no Ministério da Economia, Fazenda e Planejamento, subordinando-a à problemática do abastecimento e do controle de preços, e que os problemas do setor vêm sendo tratados de forma pontual e emergencial.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 4), revisado pelo IEA.

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  2. Rentabilidade da safra de inverno na região de Assis: alternativas milho, soja e trigoFrancisco Antonio Assef Sallit, Paulo Edgard Nascimento de Toledo
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  3. Crédito rural: nova década, novos rumosValquiria da Silva
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que analisa a evolução do crédito rural no Brasil e oferece subsídios para a revisão da política de financiamento agrícola na década de 1990. Retoma o processo de modernização iniciado em meados dos anos 60, quando o crédito subsidiado do Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR) sustentou a demanda por insumos modernos, e descreve a redução dos recursos e a retirada gradual dos subsídios a partir do fim dos anos 70, a indexação dos empréstimos em 1980 e a escassez de recursos com encargos reais em 1989. Discute os objetivos da Lei nº 4.829 de 1965 e a aplicação de recursos no período 1969-88, crescente em termos reais até 1979.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 7), revisado pelo IEA.

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  4. Pecuária leiteira no Brasil - análise e perspectivasEloisa Elena Bortoleto, Valéria da Silva Peetz Wedekin
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que faz um diagnóstico sucinto da pecuária leiteira no Brasil, enfocando os principais entraves ao seu desenvolvimento e medidas que poderiam eliminá-los, a partir de dados do IBGE, do Serviço de Inspeção Federal e da SUNAB. Registra as três tentativas do Governo Federal de formular políticas de médio e longo prazos para o setor (1975, 1980 e 1986), o crescimento irregular da produção nos últimos vinte anos, em torno de 2% ao ano na década de 80, a produção per capita muito abaixo do consumo preconizado pela FAO, a participação da atividade no PIB agropecuário e a redistribuição regional da produção, com avanço das Regiões Norte e Centro-Oeste em detrimento do Sudeste, além da expansão das bacias leiteiras para o interior.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 7), revisado pelo IEA.

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Mais 2 artigos
  1. Financiamento agrícola: situação atual, crédito oficial e alternativasValquiria da Silva, Elcio Umberto Gatti, Yuli Ivete Miazaki de Toledo
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que apresenta, de modo sucinto, a situação do crédito rural no Brasil e as alternativas que o setor agrícola vem buscando para financiar sua produção diante das restrições do financiamento oficial. Retoma o modelo de modernização da agricultura a partir dos anos 60, baseado no Sistema Nacional de Crédito Rural com recursos fartos e juros subsidiados, e a mudança de rumo no fim dos anos 70, com escassez de recursos, retirada de subsídios e tentativa do Estado de transferir a função financiadora aos demais agentes por meio das exigibilidades bancárias. Analisa as medidas do Plano Collor, em especial a Circular BACEN nº 1.696, de abril de 1990, que fixou em 25% dos depósitos à vista a aplicação obrigatória, e os entraves distributivos e sazonais que ela criou.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 5), revisado pelo IEA.

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  2. O imposto de circulação de mercadorias e serviços (ICMS) na agriculturaYuli Ivete Miazaki de Toledo, Paulo Edgard Nascimento de Toledo, Antonio Ambrósio Amaro
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que examina como o novo regime tributário instituído pela Constituição de 1988 passou a atuar sobre a produção agrícola, com foco no ICMS, que substituiu o antigo ICM com base de incidência mais ampla, incluindo serviços de transporte e comunicação, mineração, combustíveis e energia elétrica. Descreve a redistribuição de competências tributárias entre União, Estados e Distrito Federal, o peso dos impostos sobre mercadorias e serviços na receita tributária do País e a participação do ICM na arrecadação do Estado de São Paulo e dos municípios. Revisa abordagens sobre a tributação na agricultura, entre elas o argumento de que o setor foi historicamente pouco onerado por tributos diretos e gravado sobretudo por imposições parafiscais, como o confisco cambial.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 9), revisado pelo IEA.

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v. 20, n. 4

abr. 1990 · 3 artigos

  1. Desempenho da Agricultura Paulista em 1988/89Rosa Maria Pescarin Pellegrini
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Nota de conjuntura sobre o desempenho da agricultura paulista em 1988/89, com base nas estimativas de preço e produção dos principais produtos do Estado de São Paulo. Registra queda do valor real da produção em relação a 1987/88, resultante de pequeno acréscimo no volume produzido e forte redução dos preços reais, com peso decisivo do café; excluído esse produto, o valor real passa a crescer ligeiramente. Detalha os movimentos de quantidade e preço dos produtos vegetais e animais, a importância relativa de laranja, cana-de-açúcar, carne bovina, avicultura, leite e café no valor global, o recuo da área total cultivada e o aumento do rendimento médio agregado, atribuído mais à recuperação das perdas do ano anterior. Adverte que a análise é preliminar, com dados disponíveis até março de 1990.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 5), revisado pelo IEA.

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  3. O setor agroindustrial e a indústria de alimentos: uma análise através das 500 maiores empresas classificadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV)Geni Satiko Sato
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que analisa as agroindústrias e indústrias de alimentos classificadas entre as 500 maiores empresas do Brasil em 1987 e 1988 pela Fundação Getúlio Vargas, agrupadas por subsetores. Parte dos conceitos do BNDES sobre os complexos agroindustriais e da distinção entre agroindústria, que compete por escala e capital de giro, e indústria de alimentos, que compete por diferenciação de produto. Examina o número de empresas e o faturamento por subsetor, a participação de cada subsetor no faturamento, a participação do capital nacional e a do Estado de São Paulo. Os resultados de 1987 mostram maior peso de bebidas, carne e derivados, óleos vegetais e leite e derivados, com subsetores representados por pequeno número de empresas.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 7), revisado pelo IEA.

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v. 20, n. 3

mar. 1990 · 3 artigos

  1. Preços Agrícolas Análise do Tabelamento de Preços no VarejoPérsio de Carvalho Junqueira, Alceu Donadelli, Estela Moreti Reck Marinelli
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Nota de conjuntura que analisa o tabelamento de preços no varejo decretado no início do Plano Brasil Novo, em março de 1990, por meio da Medida Provisória nº 154 e de portarias da SUNAB que fixaram preços máximos ao consumidor para cerca de 78 produtos básicos. Confronta a tabela com os preços diários levantados pelo IEA no varejo da Cidade de São Paulo, identificando 37 produtos da Cesta de Mercado tabelados, parte acima e parte abaixo dos preços vigentes em 12 de março. Registra as remarcações especulativas do mês anterior ao Plano, em plena entressafra, os aumentos observados após um mês de vigência e a hipótese de redistribuição de renda em favor dos varejistas, com transferência de sacrifícios a atacadistas e produtores rurais no contexto de forte contração de liquidez.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 12), revisado pelo IEA.

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  2. Diversificação na agropecuária paulistaWaldemar Pires de Camargo Filho
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que apresenta a sequência de fatos históricos ligados à socioeconomia agrícola do Estado de São Paulo que influenciaram as decisões dos formuladores de política econômica e a organização dos serviços públicos voltados ao setor agropecuário, com o propósito de mostrar a pujança e a diversidade da agropecuária paulista por regiões em meados da década de 1980. Percorre as origens da agropecuária brasileira com base em Caio Prado Jr. e Ruy Miller Paiva: os ciclos econômicos coloniais, a abertura dos Portos em 1808, o deslocamento da primazia econômica do Norte para o Centro-Sul, a decadência das lavouras tradicionais e a ascensão do café no século XIX.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 19), revisado pelo IEA.

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  3. Área cultivada com irrigação no Estado de São PauloAna Maria Montragio Pires de Camargo, Pérsio de Carvalho Junqueira, Waldemar Pires de Camargo Filho
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v. 20, n. 1

jan. 1990 · 2 artigos

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  2. Açúcar: subsídios, até quando?José Eduardo Rodrigues Veiga, Regina Junko Yoshii
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que discute os subsídios ao açúcar no Brasil e as diferenças entre os dois polos produtores de cana-de-açúcar, Norte-Nordeste e Centro-Sul. Apresenta uma retrospectiva da intervenção estatal no setor sucroalcooleiro desde a criação do Instituto do Açúcar e do Álcool (IAA) em 1933, o mecanismo de equalização de preços que compensa os custos mais elevados do Norte-Nordeste, o monopólio das exportações pelo IAA e a trajetória do Fundo Especial de Exportação (FEE), criado em 1965 e transferido ao Banco Central em 1983. Comenta a posição do Brasil entre os principais exportadores mundiais de açúcar e a queda das cotações internacionais a partir de 1981, e se propõe a discutir os tratamentos diferenciados aplicados às regiões.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 8), revisado pelo IEA.

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v. 20, n. 2

fev. 1990 · 1 artigo

  1. Prognóstico Agrícola 1989/90: Amendoim da Seca, Cebola, Feijão da Seca e TomateAntonio Ambrósio Amaro, Denise Viani Caser, Hiroshige Okawa, José Roberto Vicente, Lidia Hathue Ueno, Luiz Carlos Miranda, Luiz Henrique de Oliveira Piva, Malimiria Norico Otani, Mario Pires de Almeida Olivette, Marisa Zeferino , Marli Dias Mascarenhas Oliveira, Nelson Batista Martin, Paul Frans Bemelmans, Waldemar Pires de Camargo Filho
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Prognóstico agrícola da safra 1989/90 para as culturas da seca (amendoim, feijão), cebola e tomate, precedido de acompanhamento das culturas de verão e perenes. Na introdução, aponta a falta de recursos para custeio, os preços elevados dos insumos e a instabilidade dos mercados, a defasagem dos preços mínimos, as dificuldades de comercialização com inflação e juros reais altos e a limitação dos recursos de EGF e AGF previstos no orçamento da União para 1990, além das perdas por adversidades climáticas na safra de grãos do Centro-Sul. Atualiza os Prognósticos de agosto e novembro de 1989 com o levantamento de previsão de safras de novembro e um levantamento de perdas realizado pela CATI em janeiro de 1990, após chuvas intensas, descrevendo os prejuízos estimados por Divisão Regional Agrícola.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 27), revisado pelo IEA.

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