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Informações Econômicas

n. 1

jan. 1982 · 4 artigos

Sumário

  1. Cesta de mercado: comportamento dos preços no varejo na cidade de São Paulo, 1981Maria de Lourdes Sumiko Sueyoshi, Waldemar Pires de Camargo Filho
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que analisa o comportamento dos preços no varejo da cidade de São Paulo em 1981 por meio da Cesta de Mercado do IEA, calculada a partir dos dados de consumo de uma família típica levantados pelo IPE/USP em 1971-72. Situa o ano em um contexto de desaquecimento industrial, inflação elevada e desemprego, que levou o consumidor a racionalizar gastos, e destaca o peso dos alimentos no custo de vida e a contribuição da boa safra 1980/81 para conter a alta dos preços. Acumula as despesas familiares mensais da cesta de 1979 a 1981, calcula as variações anuais, registra a participação dos produtos de origem vegetal e animal e aponta pão, farinhas, macarrão e açúcar como os produtos vegetais que mais contribuíram para a elevação da despesa em 1981.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 5). Aguardando revisão do IEA.

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  2. Custo operacional: estimativa para culturas da seca e de inverno e segunda estimativa das principais explorações agrícolas, Estado de São Paulo, safra 1981/82Arthur Antonio Ghilardi, Nilda Tereza Cardoso de Mello, Silvia Toledo Arruda, Daniel Ribeiro Júnior, Valquiria da Silva
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Estudo que apresenta a estimativa de custo operacional das culturas da seca e de inverno (amendoim, batata, feijão, tomate rasteiro e trigo) e uma segunda estimativa para as principais explorações agrícolas com preços mínimos (algodão, amendoim das águas, mamona, soja, arroz, feijão, milho, sorgo e mandioca) no Estado de São Paulo, safra 1981/82, para subsidiar a política agrícola, os níveis de financiamento e a decisão dos agricultores. Define a composição do custo operacional, que inclui desembolsos com mão-de-obra, máquinas, insumos e juros, além da mão-de-obra familiar e das depreciações, e exclui despesas gerais e a remuneração de terra, capital e empresário. Descreve os critérios de projeção adotados sobre os preços de novembro de 1981 para mão-de-obra, máquinas, fertilizantes, defensivos, sementes e juros de custeio e de investimento.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 13). Aguardando revisão do IEA.

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  3. Prática do Hedging: nova opção para a agriculturaAlfredo Tsunechiro, Sebastião Nogueira Junior
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que apresenta a prática do hedging, uso de contratos futuros como proteção contra as oscilações de preço das mercadorias, como nova opção de comercialização para a agricultura brasileira. Descreve a importância do mercado a termo nos Estados Unidos, com grande impulso a partir de 1970 após a quebra da safra de milho e o crescimento dos negócios com soja a partir de 1973, além do direcionamento do mercado financeiro para commodities em período de inflação mundial. No Brasil, situa a prática como incipiente: até abril de 1978 apenas o algodão era negociado a termo na Bolsa de Mercadorias de São Paulo e, desde então, os volumes vêm crescendo, tendo soja, café e boi gordo como principais produtos negociados em 1981, com quadro dos volumes de 1978 a 1981.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 13). Aguardando revisão do IEA.

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  4. Situação da Agricultura - Janeiro de 1982
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Boletim de conjuntura sobre a agricultura paulista em dezembro de 1981, centrado na política de crédito rural definida pelo Conselho Monetário Nacional para 1982 por meio das Resoluções 720 e 721 do Banco Central. Registra a manutenção das taxas de juros de 1981, diferenciadas por região, a redução dos limites de adiantamento para médios e grandes produtores, que passam a exigir mais recursos próprios e reduzem o subsídio ao setor, os encargos do crédito de investimento vinculados à variação das ORTN, a inclusão de equipamentos de irrigação entre os investimentos a juros favorecidos e a exigência de que 70% das aplicações obrigatórias dos bancos se destinem a custeio agrícola e EGF. Aponta ainda a suspensão dos refinanciamentos e repasses do Banco Central, considerada de grande impacto negativo para o setor.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 9). Aguardando revisão do IEA.

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Como citar

INFORMAÇÕES ECONÔMICAS. São Paulo: Instituto de Economia Agrícola, n. 1, jan. 1982. Disponível em: https://iea.agricultura.sp.gov.br/out/LerRea.php?codTexto=13247. Acesso em: 22/10/2026.