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Informações Econômicas

n. 5

maio 1985 · 3 artigos

Sumário

  1. O setor de defensivos agrícolas no Brasil: evolução e tendênciasCélia Regina Roncato Penteado Tavares Ferreira, Flavio Condé de Carvalho
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Artigo que descreve a evolução das vendas e da produção nacional de defensivos agrícolas (inseticidas, fungicidas e herbicidas), comenta a legislação sobre seu uso e discute novas tendências de utilização e seus efeitos sobre o consumo. Observa que até 1980 o uso foi incentivado por condições favoráveis de crédito, com exigência de comprovação de compra, eliminada a partir de 1981, quando os juros subiram. Registra que, entre 1979 e 1981, a soja foi a cultura de maior consumo de defensivos, seguida de arroz e cana-de-açúcar. Na produção nacional, traça a trajetória desde os defensivos de origem vegetal e inorgânicos, o início do DDT em 1958, dos fungicidas em 1967 e dos herbicidas em 1973, até o Programa Nacional de Defensivos Agrícolas, de 1975.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 12). Aguardando revisão do IEA.

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  2. Frutas de clima tropical: estacionalidade de preços e de quantidades no mercado atacadista de São PauloElizabeth Alves e Nogueira, Maria de Fátima Packer, Waldemar Pires de Camargo Filho
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Estudo sobre a estacionalidade de preços e de quantidades das frutas de clima tropical no mercado atacadista de São Paulo, complementar aos trabalhos anteriores sobre olerícolas e frutas de clima temperado. Destaca que a implantação de um pomar comercial envolve investimento alto e retorno a médio prazo, exigindo avaliar topografia, solo, clima, distância do mercado, destino da produção e tecnologia, bem como a época em que a produção chega ao mercado e o comportamento dos preços, para escolher variedades precoces, tardias ou de meia estação que fujam dos auges de safra. Registra o crescimento da fruticultura tropical na última década, com fortalecimento do comércio de frutas frescas e sucos e maior presença nos mercados do hemisfério Norte, e toma por base o Entreposto Terminal da CEAGESP.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 26). Aguardando revisão do IEA.

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  3. Situação da Agricultura - Maio de 1985
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Boletim de conjuntura sobre a agricultura referente a abril de 1985. Na política econômica, comenta a reestimativa do déficit fiscal para 1985 e a possível elevação de impostos, a inflação de 7,2% em abril, recebida com otimismo e atribuída em parte ao controle de preços, os problemas da nova fórmula de correção monetária e cambial diante da queda da inflação e o novo salário mínimo em vigor a partir de maio. Na política agrícola, destaca que as operações de trigo e açúcar foram grandes fatores de expansão da base monetária em 1984, enquanto as Aquisições do Governo Federal tiveram peso reduzido, e que, na safra 1984/85, preços mínimos acima ou próximos do mercado levam os produtores a vender ao Governo, transformando o AGF em fator relevante de expansão monetária em 1985.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 12). Aguardando revisão do IEA.

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Como citar

INFORMAÇÕES ECONÔMICAS. São Paulo: Instituto de Economia Agrícola, n. 5, maio 1985. Disponível em: https://iea.agricultura.sp.gov.br/out/LerRea.php?codTexto=13213. Acesso em: 22/10/2026.