Informações Econômicas
n. 3
mar. 1976 · 5 artigos
Sumário
- Exportações agrícolas e industriaisAlberto VeigaPDF
Resumo (elaborado a partir do texto)
Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores
Artigo que discute, no contexto do debate sobre o déficit do balanço de pagamentos brasileiro, o tratamento diferenciado dos incentivos à exportação entre produtos manufaturados e produtos primários de origem agrícola. Expõe e comenta duas explicações apresentadas para essa discriminação: a de que o Brasil, como pequeno exportador de manufaturas, enfrentaria demanda externa mais elástica para esses produtos, e a de que os produtos agrícolas já recebem subsídios de crédito na produção, dispensando incentivos na exportação. Contesta o primeiro argumento observando que muitos produtos agrícolas também têm pequena participação no mercado mundial e que pequenos aumentos relativos nas vendas de café, açúcar ou soja rendem mais divisas que grandes aumentos em manufaturados, e aponta a contradição entre os dois critérios, com o propósito de sugerir novos critérios de aplicação dos incentivos.
Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 5). Aguardando revisão do IEA.
- Perdas na comercialização de produtos hortifrutícolas na cidade de São PauloLidia Hathue UenoPDF
Resumo (elaborado a partir do texto)
Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores
Levantamento de perdas físicas por desperdício ou deterioração na comercialização varejista de produtos hortifrutícolas na cidade de São Paulo, realizado para atualizar os fatores de perda usados no cálculo de margens de comercialização. Foram entrevistados responsáveis de vinte estabelecimentos de cada tipo (supermercado, feira livre e quitanda) em duas estações, verão de 1973/74 e inverno de 1974, sendo os resultados médias das duas e a perda de cada produto ponderada pela participação dos equipamentos nas compras de uma família paulistana média. Apresenta quadro com as porcentagens de perda por produto e equipamento, mostrando perdas maiores nos supermercados, seguidos das quitandas e das feiras livres, e identifica os produtos com maiores e menores perdas em cada grupo (verduras, legumes, tubérculos e bulbos, frutas). Explica o uso dos fatores de perda no cálculo de margens e reconhece que perdas no atacado não foram captadas.
Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3). Aguardando revisão do IEA.
- Origem dos recursos aplicados no financiamento à agricultura brasileiraClovis de Toledo Piza Jr.PDF
Resumo (elaborado a partir do texto)
Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores
Nota sobre a origem dos recursos aplicados pelos bancos comerciais no financiamento da agropecuária brasileira, com base em dados do Banco Central para o período de 1971 a 1975. Explica como a institucionalização do crédito rural e as normas do governo federal levaram a rede bancária privada a aplicar no setor volumes superiores aos seus recursos próprios, complementados por recursos de terceiros repassados pelas autoridades monetárias. Apresenta quadro com a participação de recursos próprios, redesconto de comercialização (inclusive café), FUNAGRI, FDPE, PROTERRA e outras fontes, comenta o efeito da elevação das exigibilidades determinada por resolução do Banco Central em 1973 e destaca o FUNAGRI como principal fonte de recursos de terceiros nos últimos anos do período.
Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 7). Aguardando revisão do IEA.
- Situação da Agricultura - Março de 1976PDF
Resumo (elaborado a partir do texto)
Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores
Boletim de conjuntura sobre a agricultura paulista em março de 1976. Apresenta o terceiro levantamento de previsões e estimativas de safras do ano agrícola 1975/76, que confirma a expansão da área cultivada no Estado e prevê melhores produtividades, com aumentos esperados de produção em arroz, milho, amendoim, feijão, cana para indústria, batata da seca e soja e retrações em algodão, mamona, batata das águas e mandioca; para o café, aponta redução de área pela erradicação de lavouras atingidas pelas geadas de julho de 1975 e forte queda de produção, enquanto laranja e banana devem crescer. Na seção de preços, registra a alta do índice geral de preços recebidos em março, os produtos em alta e em queda, as comparações com dezembro e com março de 1975 e o aumento dos preços pagos pela agricultura.
Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 9). Aguardando revisão do IEA.
- Mercados Agrícolas - Março de 1976PDF
Resumo (elaborado a partir do texto)
Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores
Boletim mensal de mercados agrícolas referente a março de 1976, iniciado pela seção de produtos de origem vegetal. No algodão, descreve o andamento da colheita paulista sob clima ainda parcialmente desfavorável, a queda da qualidade da fibra classificada pela Bolsa de Mercadorias de São Paulo, os dados do terceiro levantamento de previsão de safras, com retração de área e produção em relação a 1974/75, a continuidade da alta dos preços recebidos pelos produtores, o comportamento das cotações da pluma diante da possível venda dos estoques da CFP e as exportações pelo Porto de Santos no mês e no trimestre. No amendoim, comenta perspectivas da produção mundial em 1975/76, com menção à quebra na Nigéria, e apresenta os estoques mensais na CEAGESP.
Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 27). Aguardando revisão do IEA.
Como citar
INFORMAÇÕES ECONÔMICAS. São Paulo: Instituto de Economia Agrícola, n. 3, mar. 1976. Disponível em: https://iea.agricultura.sp.gov.br/out/LerRea.php?codTexto=13321. Acesso em: 22/10/2026.

