Sumário
- Posição das Máquinas de Benefício e a Garantia do Preço Mínimo do AlgodãoPDF
Resumo (elaborado a partir do texto)
Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores
Artigo que analisa a posição das máquinas de beneficiamento de algodão diante da intervenção do Governo Federal para garantir ao produtor o preço de Cr$ 85,00 por arroba de algodão em caroço. Descreve o esquema pelo qual as empresas compram o algodão em nome do Banco do Brasil, mediante comissão, e o beneficiam a preço fixado por arroba, e argumenta que ele coloca os maquinistas em posição vantajosa: o preço único, independente da qualidade, permitiria reservar para si os tipos finos e entregar ao Banco os inferiores; o preço do beneficiamento seria exagerado; e a liberação dos preços do óleo e de parte da torta favoreceria as grandes organizações. Propõe como alternativa não garantir ágios para tipos superiores ao 5 e tabelar óleo e torta.
Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 4), revisado pelo IEA.
- Características da Lavoura Cafeeira de São PauloPDF
Resumo (elaborado a partir do texto)
Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores
Estudo que descreve as características da lavoura cafeeira paulista a partir da amostra de propriedades usada no levantamento de custos de produção da Subdivisão de Economia Rural. Mostra a predominância do sistema de colonato, detalhando a remuneração do colono por mil pés tratados, por dia de serviço e por saco colhido, além da cessão de terra para cereais, de pasto, de lenha e de café para consumo, com variações entre os setores agrícolas do Estado nas safras 1948/49 e 1951/52. Trata também do salário dos camaradas, do sistema de parceria, à meia ou à terça, e do número de carpas realizadas por ano nos cafezais.
Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 4), revisado pelo IEA.
- Situação da LavouraPDF
Resumo (elaborado a partir do texto)
Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores
Boletim de conjuntura sobre o andamento das lavouras paulistas em abril. Registra tempo favorável à colheita do algodão, prejudicada pela falta de braços e de sacaria, e o teste de colheita mecânica em Bebedouro. No café, relata a conclusão dos preparativos para a colheita, o bom aspecto dos cafezais, geadas sem danos apreciáveis, efeitos da falta de chuva, bicho-mineiro e broca, procura por sementes de café Bourbon e interesse pela irrigação em Lins, Getulina e Orlândia. Comenta ainda a colheita de arroz e milho, as sementeiras de trigo, a cana-de-açúcar, o amendoim e o feijão da seca, a mandioca, a soja e a adubação verde, o chá, o fumo, a menta e a fruticultura.
Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 4), revisado pelo IEA.
- Mercados e PreçosPDF
Resumo (elaborado a partir do texto)
Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores
Análise do mercado de algodão em abril de 1952. Relata que o mercado interno foi dominado pela questão da garantia de preços do algodão em caroço: diante da paralisação das compras pelos maquinistas e da tensão no interior, o governo federal interveio diretamente, por meio do Banco do Brasil, comprando o produto a Cr$ 85,00 por arroba, sem distinção de qualidade. Registra mercado pouco ativo e preços em baixa para a pluma na Bolsa de Mercadorias de São Paulo, redução do consumo mundial pela retração da indústria têxtil e passagem de uma situação de escassez para a competição entre países exportadores. Apresenta a situação estatística mundial, norte-americana e paulista, apontando grande sobra exportável em São Paulo e prováveis obstáculos à sua colocação no exterior.
Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 8), revisado pelo IEA.
- O Emprego do Trator e a Reorganização da PropriedadePDF
Resumo (elaborado a partir do texto)
Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores
Estudo sobre as mudanças que a substituição dos muares pelo trator provoca na organização da propriedade agrícola, complementando análise anterior do boletim sobre o custo da aração mecânica. Com base em uma propriedade de Campinas cultivada com algodão, milho e arroz, compara os dias de serviço de camaradas, burros e trator em cada operação e em cada período do ano. Mostra que a mecanização reduz a necessidade de mão de obra permanente, mas não a da colheita, diminui fortemente o uso de animais, libera áreas de pasto para outras explorações e acelera os serviços. O texto passa então a examinar as consequências dessas alterações sobre o capital empregado, o custo de produção e a renda agrícola.
Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 5), revisado pelo IEA.
Como citar
REVISTA DE ECONOMIA AGRÍCOLA. São Paulo: Instituto de Economia Agrícola, v. 2, n. 5, maio 1952. Disponível em: https://iea.agricultura.sp.gov.br/out/LerRea.php?codTexto=10291. Acesso em: 23/10/2026.

