Revista de Economia Agrícola — Artigos
Posição das Máquinas de Benefício e a Garantia do Preço Mínimo do Algodão
Publicado em · em v. 2, n. 5 · maio 1952
Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores
Artigo que analisa a posição das máquinas de beneficiamento de algodão diante da intervenção do Governo Federal para garantir ao produtor o preço de Cr$ 85,00 por arroba de algodão em caroço. Descreve o esquema pelo qual as empresas compram o algodão em nome do Banco do Brasil, mediante comissão, e o beneficiam a preço fixado por arroba, e argumenta que ele coloca os maquinistas em posição vantajosa: o preço único, independente da qualidade, permitiria reservar para si os tipos finos e entregar ao Banco os inferiores; o preço do beneficiamento seria exagerado; e a liberação dos preços do óleo e de parte da torta favoreceria as grandes organizações. Propõe como alternativa não garantir ágios para tipos superiores ao 5 e tabelar óleo e torta.
Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 4), revisado pelo IEA.
Como citar
Posição das Máquinas de Benefício e a Garantia do Preço Mínimo do Algodão. Revista de Economia Agrícola, v. 2, n. 5, maio 1952. Disponível em: https://iea.agricultura.sp.gov.br/out/LerRea.php?codTexto=11474. Acesso em: 23/10/2026.

