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Comércio Exterior

Balança Comercial dos Agronegócios Paulista e Brasileiro no Primeiro Trimestre de 2009

José Sidnei Gonçalves, José Roberto Vicente, Sueli Alves Moreira Souza

Publicado em

             No primeiro trimestre de 2009, as exportações do Estado de São Paulo1 somaram US$9,06 bilhões (29,1% do total nacional), e as importações2, US$11,85 bilhões (42,1% do total nacional), registrando déficit de US$2,79 bilhões. Em relação ao primeiro trimestre do ano de 2008, o valor das exportações paulistas recuou 27,2% e o das importações, 14,4%, aumentando em 99,3% o déficit comercial (Figura 1). A queda nas exportações paulistas (-27,2%), comparando-se os primeiros três meses de 2009 e 2008, ficou acima da diminuição média brasileira (-19,4%). Nas importações ocorreu menor redução em São Paulo (-14,4%) do que no Brasil (-21,6%) revelando maior rigidez das aquisições externas paulistas. Assim, na conjunção das performances das exportações e importações, o déficit da balança comercial paulista teve aumento expressivo (+ 99,3%), enquanto o superávit da brasileira apresentou incremento(+9,1%).

Figura 1 - Balança Comercial, Estado de São Paulo, primeiro trimestre, de 2008 e 2009.

Fonte: Elaborada pelo IEA/APTA a partir de dados básicos da SECEX/MDIC.

            Os agronegócios paulistas apresentaram exportações decrescentes (-10,4%), atingindo US$3,10 bilhões, enquanto as importações recuaram 19,2%, somando US$1,39 bilhão, com saldo de US$1,71 bilhão que, embora positivo, foi 1,7% menor do que o do primeiro trimestre do ano de 2008 (Figura 2). Em função disso, há que se destacar que as importações paulistas nos demais setores - exclusive os agronegócios - somaram US$10,46 bilhões para exportações de US$5,96 bilhões, gerando um déficit externo desse agregado, de US$4,50 bilhões no primeiro trimestre de 2009. Assim, conclui-se que o comércio exterior paulista seria bem mais deficitário não fosse o desempenho dos agronegócios estaduais.

Figura 2 - Balança Comercial dos Agronegócios, Estado de São Paulo, Primeiro trimestre, de 2008 e 2009.

Fonte: Elaborada pelo IEA/APTA a partir de dados básicos da SECEX/MDIC.

            Detalhando a balança comercial dos agronegócios paulistas, verifica-se que as cadeias de produção apresentaram saldos comerciais decrescentes quando se compara o primeiro trimestre de 2008 (US$ 1,95 bilhão) com o ano de 2009 (US$ 2,05 bilhões). Esses indicadores são menores quando se considera toda amplitude das transações setoriais, cujo saldo recua de US$ 1,74 bilhão nos primeiros três meses de 2008 com os US$ 1,71 bilhão em igual período de 2009. Essa queda deriva da continuidade, ainda que menor, do déficit na balança comercial de bens de capital e insumos de US$ 0,31 bilhão em 2008 para US$ 0,24 bilhão em 2009 (Tabela 1). Os bens de capital e insumos são fundamentais para a modernidade da produção nacional, notadamente os fertilizantes nos quais têm elevada dependência externa. Entretanto, na maioria das vezes não são considerados nas análises do comércio exterior setorial, levando a saldos superestimados.

Tabela 1. Estado de São Paulo - Detalhamento da Balança Comercial dos Agronegócios, Primeiro trimestre de 2008 e 2009

( US$ bilhão)

Cadeias de Produção

Bens de Capital e Insumos

Agronegócios

Ano

Exp.

Imp.

Saldo

Exp.

Imp.

Saldo

Exp.

Imp.

Saldo

2008

3,25

1,20

2,05

0,21

0,52

-0,31

3,46

1,72

1,74

2009

2,95

1,00

1,95

0,15

0,39

-0,24

3,10

1,39

1,71

Fonte: IEA/APTA/SAA-SP, a partir dos dados básicos da SECEX/MDIC

            A participação das exportações dos agronegócios paulistas no total do Estado aumentou em 6,4 pontos percentuais, enquanto a participação das importações reduziu em 0,7 ponto percentual, na comparação dos primeiro trimestre de 2008 e 2009 (Figura 3).

Figura 3 - Participação dos Agronegócios na Balança Comercial, Estado de São Paulo, Primeiro trimestre de 2008 e 2009.

Fonte: Elaborada pelo IEA/APTA a partir de dados básicos da SECEX/MDIC.

            A balança comercial brasileira registrou superávit de US$3,01 bilhões no primeiro trimestre de 2009, com exportações de US$31,18 bilhões e importações de US$28,17 bilhões. Esse superávit – 9,1% maior que dos primeiros três meses de 2008 - ocorreu em função de queda nas exportações (-19,4%) inferior à das importações (-21,6%) (Figura 4).

Figura 4 - Balança Comercial, Brasil, Primeiro trimestre de 2008 e 2009.

Fonte: Elaborada pelo IEA/APTA a partir de dados básicos da SECEX/MDIC.

            No primeiro trimestre de 2009, as exportações dos agronegócios brasileiros reduziram-se em 10,7% em relação a igual período do ano anterior, atingindo US$13,22 bilhões (42,4% do total). Já as importações do setor recuaram 26,5%, também em comparação com os três primeiros meses de 2008, somando US$3,93 bilhões (14,0% do total). O superávit dos agronegócios em 2008 foi de US$9,29 bilhões, 1,8% inferior ao do primeiro trimestre do ano anterior (Figura 5). Portanto, o desempenho dos agronegócios sustentou a balança comercial brasileira, uma vez que os demais setores, com exportações de US$ 17,96 bilhões e importações de US$ 24,24 bilhões, produziram no período um déficit de US$ 6,28 bilhões.

Figura 5 - Balança Comercial dos Agronegócios, Brasil, Primeiro trimestre de 2008 e 2009.

Fonte: Elaborada pelo IEA/APTA a partir de dados básicos da SECEX/MDIC.

            O detalhamento da balança comercial dos agronegócios brasileiros mostra que os saldos comerciais oriundos das transações externas das cadeias de produção recuaram de US$ 10,85 bilhões no primeiro trimestre de 2008 para US$ 10,07 bilhões em igual período de 2009. Esses valores são maiores que os resultados setoriais – US$ 9,46 bilhões em 2008 e US$ 9,29 bilhões em 2009 - em função da diminuição do déficit da balança comercial de bens de capital e insumos de US$ 1,39 bilhão nos primeiros três meses de 2008 para US$ 0,78 bilhão em igual período de 2009 (Tabela 2), reflexo da dependência externa dos agronegócios brasileiros - notadamente importações de fertilizantes -, sendo que não considerar essas transações produz estimativas de saldos comerciais setoriais superestimados.

Tabela 2. Brasil - Detalhamento da Balança Comercial dos Agronegócios, Primeiro trimestre de 2008 e 2009

( US$ bilhão)

Cadeias de Produção

Bens de Capital e Insumos

Agronegócios

Ano

Exp.

Imp.

Saldo

Exp.

Imp.

Saldo

Exp.

Imp.

Saldo

2008

14,14

3,29

10,85

0,67

2,06

-1,39

14,81

5,35

9,46

2009

12,78

2,71

10,07

0,44

1,22

-0,78

13,22

3,93

9,29

Fonte: IEA/APTA/SAA-SP, a partir dos dados básicos da SECEX/MDIC

            As participações dos agronegócios nos totais do País cresceram 4,1 pontos percentuais e recuaram 0,9 ponto percentual nas importações (Figura 6).

Figura 6 - Participação dos Agronegócios na Balança Comercial, Brasil, Primeiro Trimestre de 2008 e 2009

Fonte: Elaborada pelo IEA/APTA a partir de dados básicos da SECEX/MDIC.

            A participação paulista no total da balança comercial brasileira caiu em termos das exportações (-3,1 pontos percentuais) e aumentou no tocante às importações (+3,6 pontos percentuais) (Figura 7).

Figura 7 - Participação da Balança Comercial Paulista no Total do Brasil, Primeiro trimestre de 2008 e 2009.

Fonte: Elaborada pelo IEA/APTA a partir de dados básicos da SECEX/MDIC.

            Em relação aos agronegócios brasileiros, as exportações setoriais de São Paulo no primeiro trimestre de 2009 representaram 23,4%, ou seja, o mesmo que em igual período de 2008, enquanto as importações representaram 35,4%, sendo 3,3 pontos percentuais superior à representatividade verificada no mesmo período do ano anterior (Figura 8).

 Figura 8 - Participação do Agronegócio Paulista no Brasileiro, Balança Comercial, Janeiro a junho de 2007 e 2008.

Fonte: Elaborada pelo IEA/APTA a partir de dados básicos da SECEX/MDIC.

            Os cinco principais agregados de cadeias de produção nas exportações dos agronegócios paulistas no primeiro trimestre de 2009, foram: cana e sacarídeas (US$977,79 milhões), bovídeos – bovinos (US$491,20 milhões), frutas (US$ 465,41 milhões), produtos florestais (US$373,09 milhões), e agronegócios especiais (US$207,21 milhões). Esses cinco agregados representam 81,1% das vendas externas setoriais paulistas (Tabela 3).

TABELA 3. Exportações dos Agronegócios, por Grupo de Mercadorias, São Paulo, Primeiro trimestre de 2008 e 2009.

Grupos

2.008

2.009

US$ milhão

%

US$ milhão

%

Var %

Têxteis

73

2,11

48

1,54

-34,40

Bovídeos – bovinos

775

22,41

491

15,84

-36,58

Pescado

3

0,09

3

0,11

10,91

Café e estimulantes

177

5,12

160

5,17

-9,37

Cana e sacarídeas

705

20,39

978

31,52

38,74

Frutas

542

15,67

465

15,00

-14,08

Olerícolas

3

0,09

4

0,12

18,44

Flores e ornamentais

6

0,17

5

0,17

-10,33

Cereais/leguminosas/oleaginosas

170

4,92

118

3,79

-30,82

Produtos florestais

458

13,24

373

12,03

-18,49

Suínos e aves

125

3,63

93

2,99

-26,12

Fumo

1

0,02

0

0,01

-65,32

Agronegócios especiais

215

6,23

207

6,68

-3,84

Bens de capital e insumos

205

5,93

156

5,04

-23,78

Agronegócios

3.457

100,00

3.102

100,00

-10,27

Fonte: Elaborada pelo Instituto de Economia Agrícola, a partir de dados básicos da SECEX/MDIC.

            Tiveram crescimento na comparação do primeiro trimestre de 2009 com 2008, as exportações paulistas de cana e sacarídeas (+38,74%), principal grupo das vendas externas estaduais, seguido de outros de pouca expressão como olerícolas (+18,44%) e pescado (+10,91%). Houve redução em todas as demais, em especial bovinos-bovídeos (-36,58%), cereais/leguminosas/oleaginosas (-30,82%), bens de capital e insumos (-23,78%), produtos florestais (-18,49%) e frutas (-14,08%) (Tabela 3).

            Em âmbito nacional, os cinco principais agregados de cadeias de produção nas exportações dos agronegócios foram: cereais/leguminosas/oleaginosas (US$ 3,18 bilhões); produtos florestais (US$ 1,73 bilhão), cana e sacarídeas (US$1,64 bilhão), bovídeos - bovinos (US$ 1,63 bilhão e suínos e aves (US$ 1,48 bilhão). Essas cadeias totalizam 73,15% das vendas externas dos agronegócios brasileiros(Tabela 4).

            Tiveram crescimento as exportações brasileiras de cana e sacarídeas (+19,44%), fumo (+13,40%) e cereais/leguminosas/ oleaginosas (+10,58%). Nos demais grupos ocorreu diminuição: pescado(-38,58%), bens de capital e insumos (-34,10%), bovídeos - bovinos (-30,59%), olerícolas (-27,20%), produtos florestais (-27,00%), suínos e aves (-16,91%), têxteis (-16,77%), agronegócios especiais (-15,68%), frutas (-15,09%), café e estimulantes (-8,48%) e flores e ornamentais (-6,46%) (Tabela 4.)

TABELA 4. Exportações dos Agronegócios, por Grupo de Mercadorias, Brasil, Primeiro trimestre de 2008 e 2009.

Grupos

2.008

2.009

US$ milhão

%

US$ milhão

%

Var %

Têxteis

456

3,08

380

2,87

-16,77

Bovídeos – bovinos

2.352

15,88

1.633

12,35

-30,59

Pescado

59

0,40

36

0,27

-38,58

Café e estimulantes

1.185

8,00

1.085

8,20

-8,48

Cana e sacarídeas

1.267

8,55

1.640

12,40

29,44

Frutas

770

5,20

654

4,94

-15,09

Olerícolas

48

0,32

35

0,26

-27,20

Flores e ornamentais

8

0,06

8

0,06

-6,46

Cereais/leguminosas/oleaginosas

2.878

19,44

3.182

24,07

10,58

Produtos florestais

2.371

16,02

1.731

13,10

-27,00

Suínos e aves

1.787

12,07

1.485

11,23

-16,91

Fumo

363

2,45

411

3,11

13,40

Agronegócios especiais

593

4,00

500

3,78

-15,68

Bens de capital e insumos

670

4,53

442

3,34

-34,10

Agronegócios

14.807

100,00

13.220

100,00

-10,72

Fonte: Elaborada pelo Instituto de Economia Agrícola, a partir de dados básicos da SECEX/MDIC.

            Nas exportações dos agronegócios paulistas, quando se compara os resultados para os primeiro trimestre de 2008 e 2009, apenas os produtos semi-manufaturados apresentaram aumento (+28,03%) tendo ocorrido queda tanto para os manufaturados (-15,46%) como para os básicos (-24,49%). Os produtos manufaturados apresentam a maior participação nas vendas externas (57,16%) totalizando US$ 1,77 bilhão no primeiro trimestre de 2009 (Tabela 5).

TABELA 5. Exportações dos Agronegócios por Fator Agregado, São Paulo, Primeiro trimestre de 2008 e 2009.

2.008

2.009

Produtos

US$ bilhão

%

US$ bilhão

%

Var %

Básicos

0,78

22,69

0,59

19,09

-24,49

Semi-manufaturados

0,58

16,64

0,74

23,74

28,03

Manufaturados

2,10

60,67

1,77

57,16

-15,46

AGRONEGÓCIOS

3,46

100,00

3,10

100,00

-10,27

Fonte: Elaborada pelo Instituto de Economia Agrícola, a partir de dados básicos da SECEX/MDIC.

            No caso dos agronegócios brasileiros, ainda que com menor perfil de agregação de valor em relação a São Paulo, houve queda nas vendas de produtos básicos(-0,63%), embora menor que as verificadas nos produtos semi-manufaturados (-12,89%) e manufaturados (-22,88%). Os produtos básicos totalizando US$ 6,94 bilhões no primeiro trimestre de 2009, mostram a maior participação nas vendas externas setoriais (51,77%)(Tabela 6).

TABELA 6. Exportações dos Agronegócios por Fator Agregado, Brasil, Primeiro Trimestre de 2008 e 2009.

2.008

2.009

Produtos

US$ bilhão

%

US$ bilhão

%

Var %

Básicos

6,89

46,52

6,84

51,77

-0,63

Semi-manufaturados

2,69

18,17

2,34

17,72

-12,89

Manufaturados

5,23

35,32

4,03

30,51

-22,88

AGRONEGÓCIOS

14,81

100,00

13,22

100,00

-10,72

Fonte: Elaborada pelo Instituto de Economia Agrícola, a partir de dados básicos da SECEX/MDIC.

            Esses indicadores mostram as diferenças estruturais dos agronegócios paulistas no contexto nacional, uma vez que 51,77% do valor das exportações brasileiras dos agronegócios nos primeiros três meses do ano de 2008 corresponderam, em nível nacional, a produtos básicos. Em São Paulo, os produtos básicos representam apenas 19,09% e a participação de produtos industrializados dos agronegócios se mostra muito maior (80,91%), evidenciando índices superiores de agregação de valor (Tabelas 5 e 6).

            A quantidade exportada de produtos dos agronegócios brasileiros reduziu-se em 3,7% no primeiro trimestre de 2009, quando comparada com ao mesmo período de 2008, enquanto a quantidade exportada pelo Estado de São Paulo teve queda ainda maior, de 8,5%. Os preços dos produtos exportados pelos agronegócios caíram 7,3% em nível nacional e 1,9% no âmbito de São Paulo (Tabela 7).

TABELA 7. Variações Percentuais dos Índices de Quantidade e de Preço das Exportações de Produtos dos Agronegócios, Brasil e Estado de São Paulo, Primeiro Trimestre de 2009 em relação a igual período de 2008(1).

Setor

Brasil

São Paulo

Quantidade

Preço

Quantidade

Preço

Agronegócios

-3,7

-7,3

-8,5

-1,9

Agronegócios exc. Bens de capital/insumos

-1,6

-8,1

-6,9

-2,7

(1) Variações em relação a igual período do ano anterior, baseadas em índices calculados pela fórmula de Fisher.

Fonte: Elaborada pelo Instituto de Economia Agrícola, a partir de dados básicos da SECEX/MDIC.

            Entre as categorias de uso, observa-se que matérias-primas e produtos intermediários foi o grupo predominante no primeiro trimestre de 2009, representando 59,75% do valor total de exportações nacionais de mercadorias dos agronegócios. No caso do Estado de São Paulo, esse grupo tem participação (49,95% do valor total) pouco superior ao de bens de consumo (46,73%)(Tabela 8).

TABELA 8. Exportações dos Agronegócios por Categoria de Uso, Brasil e Estado de São Paulo, Primeiro Trimestre de 2009.

Categorias de Uso

Brasil

São Paulo

SP/BR

US$ mil

%

US$ mil

%

%

Bens de capital

346.775

2,62

103.001

3,32

29,70

Bens de consumo

4.973.931

37,62

1.449.540

46,73

29,14

Matérias-primas e produtos intermediários

7.899.354

59,75

1.549.360

49,95

19,61

Agronegócios

13.220.060

100

3.101.901

100

23,46

Fonte: Elaborada pelo Instituto de Economia Agrícola, a partir de dados básicos da SECEX/MDIC.
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1Estado produtor (Unidade da Federação exportadora), para efeito de divulgação estatística de exportação, é a Unidade da Federação onde foram cultivados os produtos agrícolas, extraídos os minerais ou fabricados os bens manufaturados, total ou parcialmente. Neste último caso, o estado produtor é aquele no qual foi completada a última fase do processo de fabricação para que o produto adote sua forma final.

2Estado importador (Unidade da Federação importadora) é definido como a Unidade da Federação do domicílio fiscal do importador.

Palavras-chave: agronegócio, balança comercial, exportações, importações.

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Como citar

JOSÉ SIDNEI GONÇALVES; JOSÉ ROBERTO VICENTE; SUELI ALVES MOREIRA SOUZA. Balança Comercial dos Agronegócios Paulista e Brasileiro no Primeiro Trimestre de 2009. Comércio Exterior, 2009. Disponível em: https://iea.agricultura.sp.gov.br/out/TerTexto.php?codTexto=10248. Acesso em: 22/10/2026.