Análises e Indicadores do Agronegócio
Previsões e Estimativas das Safras Agrícolas do Estado de São Paulo, Ano Agrícola 2020/21, Fevereiro de 2021
Felipe Pires de Camargo, Carlos Eduardo Fredo, Carlos Roberto Ferreira Bueno, Celma da Silva Lago Baptistella, Denise Viani Caser, José Alberto Angelo, Maximiliano Miura, Paulo José Coelho, Vagner Azarias Martins
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1 – INTRODUÇÃO
Conforme calendário do Levantamento da Previsão de Safra do Estado de São Paulo, a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, por meio do Instituto de Economia Agrícola (IEA) e da Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustentável (CDRS), realizou, entre os dias 1 e 26 de fevereiro de 2021, o terceiro levantamento das previsões de área e produção de culturas agrícolas no Estado de São Paulo referentes à safra agrícola 2020/21, pelo método subjetivo2, e apresenta os resultados das culturas (Tabelas 1 e 2).


2 - ACOMPANHAMENTO DA SAFRA AGRÍCOLA 2020/21
Nas subseções são descritos os comportamentos das culturas levantadas para a estimativa de área e produção para fevereiro de 2021.
2.1 – Algodão
Os dados do primeiro levantamento do ano safra 2020/21 para o algodão, de fevereiro de 2021, preveem decréscimo em área e produção. Os números indicam área de 11,2 mil ha, redução de 7,8% e produção de 38 mil t, com redução de 3,2% em relação à safra de 2019/20. Essa produção prevista, apesar de negativa, deverá apresentar crescimento de 5,0% no rendimento esperado pelos cotonicultores. Essa redução nas expectativas em relação ao crescimento da participação da cultura no total de área ocupada no estado é coerente com o sinalizado para a produção nacional, que por sua vez alinha seus objetivos com o mercado internacional e com as movimentações no mercado nacional no que se refere à demanda pela fibra. Diante das previsões de crescimento no plantio de milho e soja para esta safra de 2020/21, os dados sobre a cotonicultura paulista parecem sinalizar que, neste momento, o interesse dos produtores está voltado às culturas mais requisitadas tanto no mercado externo quanto no interno. Levantamento estatístico de abril próximo poderá definir mais claramente o desenvolvimento da cultura nesta safra e o comportamento nas condições de mercado no tocante à demanda pela indústria.
2.2 – Amendoim
Para a safra agrícola 2020/21 de amendoim em grão, o Estado de São Paulo, maior produtor nacional (respondendo por aproximadamente 90% da safra), apresenta aumento de área plantada da ordem de 10,6%, podendo atingir 170,5 mil ha, tendo em vista que as condições de mercado estão favoráveis ao grão. Provavelmente a área plantada já deve estar definida, mesmo com o atraso no plantio, acusado no levantamento de novembro de 2020. As informações provenientes do presente levantamento acusam volume a ser produzido de 27,3 milhões de sc. 25 kg (681,5 mil t), 9,1% superiores à safra passada, consequência dos aumentos de área plantada e não da produtividade da terra que dá indícios de perda de 1,4%, justificada pela época de desenvolvimento do grão pouco chuvosa. A versatilidade do amendoim tem chamado atenção de produtores rurais, que aproveitam geralmente a entressafra da cana-de-açúcar para cultivar o grão. Produtores do Noroeste Paulista, principal região produtora do estado, afirmam que a alta do dólar, a mecanização da cultura e as pesquisas em sementes mais produtivas e resistentes às doenças são fatores importantes para o crescimento da produção de amendoim, tanto em São Paulo como no Brasil3. A produção da oleaginosa também gera receita nas fazendas, visto que no levantamento preliminar do Valor da Produção Agropecuária (VPA) de 2020 estão previstos R$1.515,0 milhões, valor acima da safra passada de aproximadamente 50%, por conta tanto dos preços recebidos pelos produtores (+12,5%) quanto da produção obtida (+33,2%). O VPA do amendoim em grão ganhou 6 posições no estado, passando da 17ª posição em 2019 para 11ª, dentre os mais de 50 produtos considerados no VPA estadual4.
2.3 – Arroz
A safra paulista de arroz em 2020/21 poderá atingir a marca de 56,4 mil t, 9,4% menor do que em 2019/20, causada pela queda no rendimento agrícola de 7,9%, reflexo das condições climáticas inapropriadas no início da temporada. Contudo, esse volume esperado ocupa área de 9,7 mil ha, o que representa área 1,6% menor que a plantada na safra agrícola 2019/20. Esse dado corrobora com a tendência nacional de diminuição da área plantada de arroz5. Essa diminuição da área poderá influenciar na produção. Em São Paulo, a última safra teve uma considerável infestação de cigarrinha nas lavouras de arroz, algo que pode influenciar no manejo da cultura para essa temporada.
2.4 – Banana
O segundo levantamento da safra de banana para 2020/21 indica aumento de 1,2% na produção em relação à safra 2019/20, projetando 1.104,4 mil t da fruta. A expectativa é que a área em produção alcance 55,1 mil ha. A cultura concentra-se no EDR de Registro (751,1 mil t), que responde por 68,0% da produção paulista, e os principais municípios são Sete Barras, Miracatu, Eldorado e Cajati. Outros EDRs têm aumentado suas participações no cultivo da fruta, como São Paulo (50,4 mil t), Jales (39,8 mil t) e Avaré (38,8 mil t) correspondendo a 11,7% do total estadual.
2.5 – Batata
2.5.1 – Batata da seca
O primeiro levantamento de batata da seca aponta para uma redução na área plantada em relação à safra passada de 7,5%, passando de 6,7 mil ha para 6,2 mil ha. A expectativa em relação à produtividade é de elevação de 9,2%, passando de 28.208 kg/ha para 30.806 kg/ha, o que acarretará uma produção de 190,8 mil t (+1,1%). Os principais EDRs produtores são São João da Boa Vista, Itapetininga e Itapeva.
2.5.2 – Batata das águas
O levantamento final da produção de batata das águas indicou aumento da área cultivada e da produção em relação à safra passada. Nesta safra, foram cultivados 7,8 mil ha, com uma produção de 252,2 mil t, aumento de área e de produção de 4,0% e 19,1%, respectivamente. A produtividade apresentou aumento de 14,5%, passou de 28.172 kg/ha para 32.258 kg/ha. Os principais EDRs produtores são Itapetininga, Itapeva e Avaré.
2.6 – Café
Em fevereiro de 2021 foi conduzido o segundo levantamento de safra 2020/21 de café no Estado de São Paulo. Em razão do adiantado estágio de enchimento dos frutos, é possível precisar com maior acuidade a estimativa de quantidade produzida pelos talhões da lavoura. Em termos globais, a safra paulista poderá alcançar 262,2 mil t (4,37 milhões de sacas beneficiados) e produtividade média de 1.331 kg/ha (22,2 sc./ha), representando diminuições de 31,3% na produção e 30,9% na produtividade diante do registrado na temporada anterior (safra 2019/20).
Comparativamente a primeira previsão (nov./2020), em fevereiro houve nova baixa da produção e da produtividade do café no estado. No cinturão francano, por exemplo, houve nova queda de 2,2% na estimativa de produção em relação estimativa anterior, atingindo em fevereiro de 2021 colheita de apenas 1,43 milhão de sacas (49,5% de queda diante da safra anterior, caracterizando a forte bianualidade ainda prevalecente no cinturão). No EDR de São João da Boa Vista, em que prevalece a cafeicultura chamada de montanha, a estimativa de queda de produção está sendo menos acentuada contabilizando baixa de 11,0% na colheita (previsão de 1,07 milhão de sacas colhidas no cinturão). A ocorrência de chuvas sob temperaturas mais amenas permitiu ao cinturão sudoeste EDR Ourinhos exibir safra de 398 mil sacas (produtividade de 28,4 sc./ha, 6,2 sacas superior à média do estado), conseguindo assim superar o EDR de Marília, ocupante tradicional da terceira posição do ranking da produção paulista.
2.7 – Cana para Indústria
Na safra agrícola de 2020/21, o estado apresenta 503 municípios com cana para indústria, sendo que 16,5% (83 municípios) representam 50% tanto da área total estadual quanto da produção.
A estimativa preliminar da produção paulista é de 437,8 milhões de t, valor similar à safra agrícola anterior (+0,1%). As condições edafoclimáticas para a presente safra canavieira são positivas, refletindo em um acréscimo no rendimento agrícola de 0,2%, chegando a 78.490 kg/ha. A produtividade da terra nos 83 principais municípios produtores está entre 60 t/ha e 93 t/ha.
O volume previsto contempla a produção potencial paulista da cana para indústria, que tem como destino a moagem industrial para etanol e açúcar, destilarias, garapa e afins, inclusive a provável produção advinda de área bisada. Não está incluída nesta estatística a cana destinada para alimentação animal.
Segundo a Bunge Bioenergia (BP)6:
a recuperação da demanda por combustíveis no Brasil aumenta a possibilidade de maior produção de etanol e menos açúcar do que se pensava inicialmente, o que sustenta os preços da commodity. A projeção para a produção de açúcar no Brasil já era de queda após a seca prolongada no ano passado, o que reduziu a produtividade da cana e trouxe a perspectiva de dois anos de deficits no mercado global. A recuperação do mercado de combustíveis brasileiro reduziria ainda mais a oferta.
A área plantada na safra agrícola 2020/21 é similar à estimativa de 2019/20 (-0,5%), em que se prevê colheita em 91,4% desse total.
2.8 – Cebola de Bulbinho
O levantamento inicial para a cebola cultivada em sistema de bulbinho aponta redução de 30,2% na área cultivada, chegando a 0,3 mil ha. A expectativa em torno da produção também foi menor em 33,2%, 11,4 mil t nesta safra, em relação às 17,0 mil t da safra passada, com uma produtividade de 37.907 kg/ha, 4,3% menor que a safra passada. O sistema de produção de cebolas de bulbinho vem sendo substituído por outros sistemas de produção mais eficientes, como o de soqueira e o plantio direto. Os principais EDRs produtores são Sorocaba, Jaboticabal e São João da Boa Vista.
2.9 – Feijão das Águas e da Seca
Fevereiro 2021 marca o encerramento da safra paulista 2020/21 da cultura do feijão das águas. Os resultados apontaram uma produção de 149,0 mil t, volume 4,9% superior em relação à safra anterior e incremento de 21,5% de produtividade (com 2.802 kg/ha). Essa variação apresentada na produtividade deve-se ao baixo rendimento obtido na safra passada e da permanência, na safra 2020/21, de grandes e médios produtores com mais condições econômicas no investimento dos tratos culturais da lavoura.
Em relação à área plantada, houve redução de 13,6%, contabilizando 53,2 mil ha cultivados, 8,4 mil ha menor do que a safra 2019/20. Essa redução foi verificada na maioria das regiões do Estado de São Paulo, sendo 5,7 mil ha somente nas principais regionais formadas pelos EDRs de Itapeva, Avaré e Itapetininga, que concentram 92,0% da produção paulista, devido à concorrência com as culturas da soja e do milho.
Para o feijão da seca, em fevereiro, foram levantadas as primeiras informações da safra 2020/21. Na comparação com a safra anterior (2019/20), as previsões iniciais apontam reduções tanto para área cultivada (-23,9%) como para a produção (-23,3%). Por se tratar de uma estimativa preliminar, o próximo levantamento a ser realizado em abril de 2021 trará informações mais consolidadas com os plantios tardios, realizados no final do mês de fevereiro e em março.
O cultivo do feijão é realizado em três safras conforme o calendário agrícola: águas (setembro a janeiro), seca (fevereiro a junho) e inverno (abril a setembro), podendo variar de acordo com as condições do clima e conjuntura de mercado.
2.10 – Laranja
A estimativa preliminar da safra agrícola paulista 2020/21 é de 308,64 milhões de caixas de 40,8 kg (12.592,4 mil t), 2,9% inferior à quantidade obtida em 2019/20 (12.963,2 mil t). Para a presente safra agrícola, a situação climática ainda padece dos efeitos do evento La Niña, que vieram mais acentuados e por um período mais longo, apesar das chuvas ocorridas de modo desuniforme no mês de novembro. Este cenário se reflete em uma produtividade da terra de 31.231 kg/ha (1,98 cx. 40,8 kg/pé), valor 2,4% inferior à safra 2019/20. Os próximos levantamentos refletirão mais adequadamente o comportamento da safra.
O volume apresentado contabiliza a safra paulista de laranja destinada ao mercado e indústria, as caixas perdidas no processo produtivo e na colheita, bem como os frutos provenientes de pomares não expressivos economicamente, previsto para os pomares do Estado de São Paulo.
Quanto à área total plantada (que inclui área com plantas ainda não produtivas), prevê-se decréscimo da ordem de 1,1%. É conhecido que há continuidade no processo de erradicação, por conta da eliminação de pomares comprometidos com a incidência de problemas fitopatológicos, principalmente cancro cítrico e HLB (greening). A área ocupada com pomares de laranja é de 431,3 mil ha, correspondendo a 172,9 milhões de plantas, estimando-se 93,0% aptas para produção.
2.11 – Mandioca
Fevereiro de 2021 é o primeiro levantamento de mandioca para indústria. Comparando-se com a safra anterior, foi registrada pequena redução da área cultivada de 2,4%, passando de 63,2 mil ha para 61,3 mil ha. No entanto, a área em produção apresentou um incremento de 2,9%, passando de 44,9 mil ha para 46,2 mil ha.
A expectativa em relação à produtividade foi praticamente estável, menor em 1,1%, ou seja, 30.027 kg/ha, resultando em uma produção de 1.388,3 mil t, maior em 1,8% quando comparada com a safra anterior. Os principais EDRs produtores são: Presidente Venceslau, Assis, Marília, Tupã, Presidente Prudente e Ourinhos.
2.12 – Milho
2.12.1 - Milho 1ª safra
O levantamento realizado em fevereiro é o segundo para o ciclo produtivo do milho após a intenção de plantio aferida em setembro de 2020. Os resultados indicam uma redução de 3,7% na área de plantio, 339,9 mil ha ante 352,8 mil ha da última safra, seguindo a tendência de queda dos últimos dez anos. Entretanto, a produtividade segue caminho contrário, que sempre marca valores produtivos ascendentes, excetuando-se o ano de 2014, quando foi fortemente afetado pela crise hídrica estadual. Neste ano, a produtividade esperada é 1,4% superior à de 2019/20, alcançando assim produção de 2.225,5 mil t (37,1 milhões de sacas). A remuneração para o produtor também segue em alta e, em fevereiro de 2021, o IEA cotou a saca de 60 kg em R$ 78,927, maior valor dos últimos 24 meses.
2.12.2. Milho safrinha
O primeiro levantamento da atual safra de milho safrinha indica alta esperada na área de plantio em 8,1% comparativamente ao ciclo anterior, chegando a ocupar uma exten-
são de 520,9 mil ha. A produtividade esperada é de 15,0% superior à de 2019/20, e espera--se uma produção de 2.537,5 mil t (42,3 milhões de sacas), com incremento de 24,3%. Ressalta--se que 2019/20 não foi bom em termos produtivos para a cultura, em virtude de problemas climáticos na produção. Os valores positivos aqui apresentados referem-se a uma recuperação produtiva e a um aumento de área, possivelmente ligado à redução de área do milho 1ª safra e ao bom momento de preços ao produtor.
2.13 – Soja
A cultura da soja continua em processo de expansão no estado. Os resultados indicam uma área 5,3% maior que a contabilizada em 2019/20, alcançando 1.159,2 mil ha. Em termos produtivos, o crescimento é de 1,8%, com média de 3.548 kg/ha (59,1 sc. 60 kg/ha). Em relação a preços, em fevereiro de 2020, a saca estava cotada em média R$78,447; já em fevereiro de 2021, a média passou para R$158,777, pouco mais de 100% de aumento, motivo mais que suficiente para incentivar o produtor a expandir a área de produção no estado, apesar do aumento dos custos de produção.
2.14 – Tomate envarado
Para o tomate envarado ou de mesa (consumo in natura), no levantamento de fevereiro de 2021 foram obtidos os números finais da safra verão e as primeiras informações da safra de inverno, ambas da safra 2020/21.
Para o tomate envarado da safra de verão 2020/21, as estimativas finais apresentaram uma produção total de 487,2 mil t (correspondente a 19,5 milhões de cx. 25 kg), produtividade de 78.715 kg/ha e 6,2 mil ha de área plantada. Comparativamente à safra de 2019/20, os resultados atuais foram positivos, com pequenos aumentos em suas variações, sendo de 0,5% para área, 1,4% para produção e 0,9% na produtividade.
O EDR de Itapeva é a principal região produtora, registrando aumento de 3,6% no volume produzido nesta safra, e representando 61,5% da produção da safra de verão no Estado de São Paulo. Em termos municipais, dos cinco maiores municípios produtores, os quatro primeiros pertencem ao EDR de Itapeva, na ordem: Itapeva (70,0 mil t), Apiaí (64,0 mil t), Guapiara e Ribeirão Branco (52,5 mil t cada); Sumaré (36 mil t), do EDR de Campinas, completa a lista.
No caso do tomate período de inverno da safra 2020/21, as estimativas iniciais mostram queda de 15,4% na área cultivada, com 3,3 mil ha, e expectativas de produção menor em 9,9% (262,8 mil t) em relação à safra de 2019/20. Por se tratar das primeiras informações, o resultado atual com panorama negativo pode apresentar alterações nos próximos levantamentos (abril e junho).
2.15 – Trigo
O levantamento de fevereiro de 2021 apresenta os resultados de intenção de plantio para a cultura do trigo no ano agrícola 2020/21 no Estado de São Paulo. A previsão é de uma expansão de área de 12,5%, num total de 113,1 mil ha. Para esse novo ano, safra 2020/21, o comportamento cambial ainda está desfavorável para compras no mercado externo, tanto do trigo como dos insumos de produção. A produção estadual parece encontrar ancoragem para suas expectativas no aumento em área na associação da produção do trigo e da soja, como forma de diluir o custo dos insumos. O próximo levantamento de abril deverá considerar outros fatores que ainda não estão pesando mais fortemente para a efetivação destes números, tais como: a volatilidade cambial, que influencia no preço do trigo e dos insumos; o preço dos alimentos e seus efeitos na demanda; e as condições climáticas.
3 – CONSIDERAÇÕES FINAIS
Detalhamento adicional sobre o comportamento regional da safra de cada cultura por Escritório de Desenvolvimento Rural (EDR) encontra-se na tabela 3, e por Região Administrativa (RA) na tabela 4, além do total do estado para as demais culturas (Tabela 5). O próximo levantamento das safras agrícolas do Estado de São Paulo, a ser realizado em abril, deverá trazer um posicionamento e informações mais precisas sobre a produção das culturas acima analisadas.
1Os autores agradecem o desempenho no levantamento dos técnicos do DEXTRU, das Casas de Agricultura e dos diretores dos EDRs, da CDRS. Também agradecem os comentários do pesquisador do CPEEA/IEA Celso Luis Rodrigues Vegro, e a colaboração do técnico de apoio do CPIEA Talita Tavares Ferreira e da equipe do Núcleo de Informática para os Agronegócios (NIA) do IEA.
2Entende-se por método subjetivo a coleta e sistematização de dados fornecidos pelos técnicos da Casa de Agricultura (CDRS), em função de seu conhecimento regional e/ou da coleta de dados de forma declaratória, fornecida pelo responsável pela unidade de produção, em cada um dos 645 municípios do Estado de São Paulo.
3CAIS, C. Produtividade e preço animam produtores de amendoim. Diário da Região, São José do Rio Preto: 24 out. 2020. Disponível em: https://www.diariodaregiao.com.br/economia/agronegocio/2020/10/1210571-produtividade-e-preco-animam-produtores-de-amendoim.html. Acesso em 10 mar. 2021.
4 SILVA, J. R. et. al. Valor da Produção Agropecuária do Estado de São Paulo: resultado preliminar 2020. Análises e Indicadores do Agronegócio, v. 15, n. 12, dez. 2020, p. 1-7. Disponível em: http://www.iea.sp.gov.br
/ftpiea/AIA/AIA-95-2020.pdf . Acesso em 10/03/2021. Acesso em 10 mar. 2021.
5SAMPAIO, R. M. Amendoim: alta de 46% nas exportações em 2020. Análises
e Indicadores do Agronegócio, São Paulo, v. 16, n. 2, fev. 2021, p. 1-5.
Disponível em: https://iea.agricultura.sp.gov.br/out/TerTexto.
php?codTexto=14891. Acesso em: 1 abr. 2021.
6COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO. Acompanhamento da Safra Brasileira – Grãos – Safra 2020/21 2º levantamento. Brasília: CONAB, nov. 2020, v. 8, n. 2, p. 1-84. Disponível em: http://abiarroz.com.br/uploads/estatisticas/555d6702c950ecb729a966504af0a635.pdf. Acesso em 10 mar. 2021.
7RETOMADA do etanol põe em xeque açúcar no brasil, diz BP bunge. NOVACANA: Curitiba, 12 jan. 2021. Disponível em: https://www.novacana.com/n/etanol/mercado/retomada-etanol-xeque-acucar-brasil-bp-bunge-120121. Acesso em 12 mar. 2021.Palavras-chave: previsão de safra, área e produção, safra agrícola 2020/21, Estado de São Paulo.Baixar PDF
COMO CITAR ESTE ARTIGO
CAMARGO, F. P. de et al. Previsões e Estimativas das Safras Agrícolas do Estado de São Paulo, Ano Agrícola 2020/21, Fevereiro de 2021. Análises e Indicadores do Agronegócio, São Paulo, v. 16, n. 4, abr. 2021, p. 1-11. Disponível em: colocar o link do artigo. Acesso em: dd mmm. aaaa.
Como citar
FELIPE PIRES DE CAMARGO; CARLOS EDUARDO FREDO; CARLOS ROBERTO FERREIRA BUENO; CELMA DA SILVA LAGO BAPTISTELLA; DENISE VIANI CASER; JOSÉ ALBERTO ANGELO; MAXIMILIANO MIURA; PAULO JOSÉ COELHO; VAGNER AZARIAS MARTINS. Previsões e Estimativas das Safras Agrícolas do Estado de São Paulo, Ano Agrícola 2020/21, Fevereiro de 2021. Análises e Indicadores do Agronegócio, 2021. Disponível em: https://iea.agricultura.sp.gov.br/out/LerRea.php?codTexto=14908. Acesso em: 22/10/2026.


