1 - BALANÇA COMERCIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO

No primeiro bimestre de 2026, as exportações do estado de São Paulo1 somaram US$9,35 bilhões (18,4% do total nacional), e as importações2, US$12,86 bilhões (30,0% do total nacional), registrando déficit comercial de US$3,51 bilhões (Figura 1). Em relação ao mesmo período de 2025, houve quedas nas exportações (-7,6%) e nas importações (-18,3%); essa conjunção de desempenhos resultou na diminuição do déficit (-37,7%) no saldo da balança comercial paulista.

1.1 – Análise Setorial do Agronegócio

Na análise setorial do agronegócio3, no primeiro bimestre de 2026 na comparação a igual período do ano anterior, o setor paulista apresentou reduções nas exportações
(-9,4%), alcançando US$3,76 bilhão, e nas importações (-4,9%), totalizando US$0,97 bilhão; com esses resultados, o saldo da balança comercial obteve um superávit de US$2,79 bilhões, 10,9% inferior em relação ao primeiro bimestre de 2025 (Figura 1).

A participação das exportações do agronegócio paulista no total do estado foi de 40,2%, enquanto a participação das importações setoriais ficou em 7,5% (Figura 1). Em relação ao primeiro bimestre de 2025, as participações recuaram 0,8 ponto percentual nas exportações e cresceram 1,0 p.p. nas importações.

Há que se destacar que as exportações paulistas nos demais setores da economia - exclusive o agronegócio - somaram US$5,59 bilhões, e as importações, US$11,89 bilhões, gerando um déficit externo desse agregado de US$6,30 bilhões nos primeiros dois meses de 2026. Dessa forma, conclui-se que o déficit do comércio exterior paulista só não foi maior devido ao desempenho do agronegócio estadual, cujo saldo se manteve positivo (US$2,79 bilhões).


1.2 - Exportações do Agronegócio Paulista por Grupos de Produtos

Os cinco principais grupos nas exportações do agronegócio paulista no primeiro bimestre de 2026 foram: complexo sucroalcooleiro (US$1,05 bilhões, sendo que desse total o açúcar representou 94,7% e o álcool etílico – etanol, 5,3%), setor de carnes (US$623,44 milhões, em que a carne bovina respondeu por 82,1%), produtos florestais (US$576,34 milhões, com participações de 67,8% de celulose e 26,9% de papel), sucos (US$337,70 milhões, dos quais 96,8% referentes a suco de laranja) e café (US$279,17 milhões, sendo 72,9% referente ao café verde e 24,0% de café solúvel). Esses cinco agregados representaram 76,3% das vendas externas setoriais paulistas (Tabela 1). Já o grupo complexo soja aparece na oitava posição, com vendas de US$120,48 milhões (57,9% de soja em grão e 24,1% referentes ao farelo), com previsão de maiores vendas externas com a colheita da safra 2025/26 em curso.

Ainda de acordo com a tabela 1, no acumulado do primeiro bimestre de 2026 na comparação com igual período de 2025, houve importantes variações nos valores exportados dos principais grupos de produtos da pauta paulista, com aumentos para os grupos de produtos florestais (+16,5%) e setor de carnes (+9,8%), e quedas nos grupos de sucos (-44,3%), complexo soja (-39,4%), complexo sucroalcooleiro (-8,0%) e setor de café (-5,9%). Essas variações nas receitas do comércio exterior são derivadas da composição das oscilações tanto de preços como de volumes exportados.



1.3 - Exportações dos Principais Produtos do Agronegócio Paulista

Os dados de valor e volume exportados dos principais produtos dos grupos mais relevantes do agronegócio paulista no primeiro bimestre de 2026 frente ao mesmo período do ano anterior são apresentados na tabela 2.

Desses grupos relevantes, o sucroalcooleiro é o que apresenta a maior participação (28,0%) nas exportações paulistas. No total, o grupo apresentou queda de 8,0% em valores e aumento de 19,5% em volumes exportados, acompanhando a redução do faturamento das vendas do açúcar (-4,9% em valores e +23,2% em volume), principal produto do grupo, com desvalorizações nos preços médios dessas commodities de 22,2% para açúcar em bruto e 24,1% para o refinado, quando comparados com o primeiro bimestre de 2025. Para o álcool, os embarques apresentaram variações negativas de 45,9% em volume e de 41,2% em valores. Os destinos das exportações desse grupo são bem diversificados em termos de participação em valores dos países, e os resultados apresentam como principais compradores Índia (11,8%), Emirados Árabes Unidos (11,5%), Bangladesh (8,3%), Nigéria (7,8%), Argélia (6,4 %), Arábia Saudita (6,2%), Iraque (5,8%), Malásia (5,4%), Omã (4,5%) e União Europeia (3,2%); os demais países somam 29,1%.

Na segunda posição, no primeiro bimestre de 2026, aparece o grupo de carnes, com 16,6% de representatividade no agro paulista, registrou alta em valores (+9,8%) e retração em volumes embarcados (-0,3%) em relação a igual período de 2025. A carne bovina, principal produto, teve crescimento de 9,8% em valores e queda de 2,9% no volume exportado. Para a carne de frango, segundo produto com 15,3% de participação no grupo, o desempenho obtido foi positivo nas vendas em valores (+16,6%) e em volumes (+4,3%). A carne suína (0,5% de participação) apresentou variações negativas em valores (-65,5%) e na quantidade embarcada (-25,3%). Os principais destinos em participação são China (39,3%), Estados Unidos (17,3%), União Europeia (7,9%), Filipinas (3,7%), Arábia Saudita (3,5%) e Hong Kong (2,4%), enquanto os demais países compradores somam 25,9% de participação.

O grupo dos produtos florestais ocupa a terceira posição na pauta paulista com 15,3% de participação, e seu desempenho foi de aumento em valores (+16,5%) e queda na quantidade embarcada (-8,9%) em relação a igual período do ano anterior. As exportações dos produtos de celulose, principal item do grupo, apresentaram incremento em valores (+44,5%) e menores embarques (-7,9%). Já o papel obteve variações negativas para os valores (-13,4%) e em volumes (-11,6%). O principal destino em participação de valores exportados é a China (52,7%), seguida de União Europeia (11,9%), Argentina (4,4%), Reino Unido (4,2%), Estados Unidos (3,6%) e Peru (3,2%); os outros países somam 20,0% de participação.

O grupo de sucos ocupa a quarta posição com 9,0% de representatividade na pauta paulista, e o suco de laranja (FCOJ concentrado e congelado) registrou queda de 35,8% no valor e incremento de 7,3% no volume exportado. Para o suco NFC (não congelado, valor brix <=20), as vendas externas também foram menores em valores (-34,4%) e maiores em volumes (+3,9%), e quedas para os outros sucos de laranja não fermentados, com reduções em valores (-65,7%) e em volumes (-20,6 %). A variação total das exportações do grupo de sucos foi negativa em valores (-44,3%) e positiva nas quantidades embarcadas (+3,3%), contribui para esse resultado negativo as desvalorizações dos preços dos sucos no período analisado (FCOJ 40,2%, NFC 36,9% e outros sucos de laranja não fermentados 56,8%). Os maiores compradores desse grupo são União Europeia (58,3%), Estados Unidos (29,3%), Japão (3,5%) e Reino Unido (3,2%); os demais compradores têm 5,7% de participação.

Para o grupo do café (5ª posição e 7,4% de participação), os resultados apontaram reduções de 5,9% nos valores e 20,3% no volume das exportações paulistas, influenciado pelo comportamento do café verde (principal produto deste grupo), com quedas nas vendas externas de 2,5% em valores e de 23,5% em quantidades exportadas pelo estado. O café solúvel também apresentou variações negativas de 14,8% em valores e de 5,8% em volume comercializado. A União Europeia é o principal destino e suas compras representam 49,3% do valor exportado. Na sequência aparecem Estados Unidos (9,8%), Rússia (7,0%), Canadá (5,0%), Japão (4,1%), Reino Unido (2,7%) e Argentina (2,6%); os demais países participam com 19,5%.

O grupo composto pelo complexo soja apontam reduções nos embarques (-46,5%) e em valores (-39,4%), no qual a soja em grão, principal produto do grupo, teve como resultado quedas nos volumes (-53,3%) e em valores (-50,5%). A China aparece como principal destino em termos de participação de valores (46,0%), seguida de Índia (12,0%), Irã (8,6), Indonésia (6,1%), Taiwan (5,4%), Tailândia (5,2%) e Bangladesh (3,8%); os demais importadores somam 12,9% de representatividade.


1.4 - Importações do Agronegócio Paulista

Os principais produtos da pauta de importação do agronegócio paulista no primeiro bimestre de 2026 foram: papel (US$86,94 milhões), salmões (US$78,22 milhões) e álcool etílico (US$69,00 milhões). Esse aumento de importação é resultado de uma combinação típica de mercado, especialmente ligada ao ciclo da cana, no caso entressafra, e à arbitragem de preços em relação ao dólar. A figura 2 apresenta os dez principais produtos que representam 48,6% (US$466,90 milhões) do total importado (US$971,56 milhões).

2 - BALANÇA COMERCIAL DO BRASIL

A balança comercial brasileira registrou superávit de US8,02 bilhões no acumulado do primeiro bimestre de 2026, com exportações de US$50,92 bilhões e importações de US$42,90 bilhões. Esse resultado apresenta crescimento de 328,9% no superávit em relação ao primeiro bimestre de 2025, quando alcançou US$1,87 bilhão (Figura 3), e a corrente de comércio (soma das exportações e importações) diminuiu de 0,6%, atingindo US$93,82 bilhões nos primeiros dois meses de 2026.

2.1 - Análise Setorial do Agronegócio

Na análise setorial, as exportações do agronegócio brasileiro no primeiro bimestre de 2026 (Figura 3) apresentaram aumento de 2,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, alcançando o valor de US$22,73 bilhões (44,6% do total nacional). As importações recuaram 10,0% no período, registrando US$3,15 bilhões (7,3% do total nacional).

O saldo da balança comercial dos agronegócios registrou superávit de US$19,58 bilhões, sendo 4,6% maior na comparação com o primeiro bimestre de 2025 (Figura 3).

Portanto, o comércio exterior brasileiro só não foi deficitário devido ao desempenho do agronegócio, uma vez que os demais setores da economia, com exportações de US$28,19 bilhões e importações de US$39,75 bilhões, produziram um déficit de US$11,56 bilhões no primeiro bimestre de 2026.

 

2.2 - Exportações do Agronegócio Brasileiro por Grupos de Produtos

Os cinco principais grupos nas exportações do agronegócio brasileiro no primeiro bimestre de 2026 foram: complexo soja (US$5,39 bilhão, tendo a soja em grão com 69,7% de participação e 22,8% do farelo de soja), carnes (US$5,29 bilhões, com as carnes bovina, de frango e suína representando desse total, respectivamente, 53,4%, 33,8% e 10,4%), produtos florestais (US$2,63 bilhões, com participações de 66,8% de celulose e 18,9% de madeira), café com vendas de US$2,21 bilhões (91,9% referentes ao café verde e 7,1% de café solúvel) e cereais, farinhas e preparações (US$1,64 bilhão, sendo 77,4% do milho em grão). Esses cinco grupos agregados representaram 75,4% das vendas externas setoriais brasileiras (Tabela 3). Na sexta posição aparece o grupo sucroalcooleiro (US$1,61 bilhão, sendo que desse total o açúcar representou 95,8% e o álcool etílico – etanol, 4,2%)

Ainda conforme a tabela 3, na comparação com o primeiro bimestre de 2025, houve importantes variações nos valores exportados dos principais grupos de produtos do agronegócio brasileiro, com destaque positivo para o complexo soja (+23,8%), carnes (+23,2%) e de cereais, farinhas e preparações (+6,1%), enquanto os grupos de complexo sucroalcooleiro (-19,3%), café (-14,0%) e florestais (-6,2%) apresentaram reduções. Essas variações nas receitas do comércio exterior são derivadas da composição das oscilações tanto de preços como de volumes exportados.

2.3 - Exportações dos Principais Produtos do Agronegócio Brasileiro

A tabela 4 apresenta os dados de valor e volume exportados dos principais produtos dos grupos mais relevantes do agronegócio brasileiro e suas respectivas variações no primeiro bimestre de 2026, em comparação com o primeiro bimestre de 2025.

Desses grupos relevantes, o grupo complexo soja aparece na primeira posição (23,7% de participação) nas exportações brasileiras. No primeiro bimestre de 2026, as vendas externas cresceram 23,8% em valores e 16,8% em volumes exportados. O desempenho da soja em grão impactou nesse resultado, com aumentos de 26,3% nos valores e de 19,9% nas quantidades exportadas. Para o óleo de soja, os embarques apresentaram aumentos em receitas de 100,1% e de 81,6% nos embarques, e o farelo de soja teve variações positivas de 4,2% em valores e de 5,9% em volume. A China representa 48,1% das compras em valores desse grupo, seguida por União Europeia (13,6%), Tailândia (6,3%), Índia (5,2%) e Indonésia (4,6%); os demais países importadores somam 22,2%.

O grupo de carnes ocupa a segunda posição na pauta brasileira (23,3% de participação), apresentando ganhos de 23,2% em valores e 10,4% em volume em relação ao primeiro bimestre de 2025. A carne bovina teve aumentos em valores (+38,9%) e no volume exportado (+23,0%). Para a carne de frango, foram registrados aumentos em valores (+7,7%) e nos embarques (+4,9%), e para a carne suína, crescimentos em valores (+9,3%) e na quantidade (+9,7%). Neste grupo, a China se destacou como principal destino, com 28,1% das compras de carnes, seguida de Estados Unidos (8,4%), União Europeia (6,3%), Filipinas (5,2%), Japão (4,7%), Emirados Árabes Unidos (4,6%), Chile (4,3%) e Arábia Saudita (4,1%); e os demais países somam 34,3% de participação.

Na terceira posição (11,5% de participação), aparece o grupo de produtos florestais, que no primeiro bimestre de registrou quedas para valores (-6,2%) e no volume exportado (-4,5%). As variações de valores e volume foram de, respectivamente, -1,9% e -2,5% para a celulose (principal item do grupo), de -19,8% e -12,2% para a madeira, e de -3,3% e +0,7% para o papel e -66,1% e -53,5% para a borracha. No caso deste último produto, o forte impacto negativo decorreu da combinação entre a queda acentuada dos preços e a desvalorização do dólar, fatores que tornaram a atividade menos atrativa para os produtores. Os principais países importadores deste grupo são China (34,5%), União Europeia (20,8%), Estados Unidos (13,4%), Argentina (2,9%) e México (2,7%); os demais países participam com 25,7%.

O grupo do café ocupa a quarta posição e 9,7% de participação, apresentando reduções em valores (-14,0%) e em quantidade (-31,5%), puxado pelo café verde, principal produto do grupo, com variações negativas de 13,8% em valores, e 32,1% em quantidades exportadas pelo país. Quanto às participações dos países destinos das exportações em valores, a União Europeia representa 47,6% desse grupo, seguida por Estados Unidos com 13,7%, Japão (6,7%), Turquia (4,2%), Rússia (3,1%) e Coreia do Sul (2,9%); os demais países somam 21,8% de participação.

Na quinta posição está o grupo de cereais, farinhas e preparações (7,2% de representatividade), que apresentou resultados positivos em valores (+6,1%) e em quantidades embarcadas (+8,2%). O milho em grão, principal item do grupo (77,4% de representativida-de no grupo), registrou maiores vendas em volume (+15,7%) e em valores (+15,2%). Os principais destinos são Vietnã (22,8%), Irã (18,9%), Egito (10,6%), Argélia (7,4%), Venezuela (4,2%) e China (3,7%), restando 32,4% de participação para os demais países.

O grupo complexo sucroalcooleiro (sexta posição e 7,1% de participação), nos dois primeiros meses de 2026 registrou queda de 19,3% em valores e aumento de 6,6% em volumes exportados, acompanhando o comportamento das exportações do açúcar (-17,3% em valores e +9,3% em volume). Para o álcool, os embarques apresentaram reduções de valores (-48,9%) e em volumes (-53,4%), quando comparados com o primeiro bimestre do ano anterior. Assim como no estado de São Paulo, os destinos das exportações desse grupo são bem diversificados em termos de participação dos países. Os resultados apontam a sequência composta por Índia (10,7%), Emirados Árabes Unidos (8,9%), Bangladesh (8,3%), Nigéria (6,6%), Argélia e Iraque (6,4%, cada um), Arábia Saudita (5,7%) e Malásia (4,5%); os demais países importadores somam 42,5% de participação.


2.4 - Importações do Agronegócio Brasileiro

Os principais produtos da pauta de importação do agronegócio brasileiro no primeiro bimestre de 2026 foram: papel (US$189,38 milhões), salmões (US$157,58 milhões) e trigo (US$152,57milhões, contabilizando 719 mil toneladas, 44,6% inferior ao volume importado em relação a igual período de 2025 devido a estoques abastecidos no Brasil por compras antecipadas, baixa demanda nacional e estratégia de espera por preços menores). A figura 4 apresenta os dez principais produtos que representam 40,7% (US$1,28 bilhão) do total importado (US$3,15 bilhões).


3 - PARTICIPAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO NO BRASIL

A participação paulista no total da balança comercial brasileira (todos os setores da economia), no primeiro bimestre de 2026 caíram 2,6 pontos percentuais nas exportações e 4,0 p.p. nas importações., apontando valores de 18,4% nas exportações e de 30,0% de representatividade para as importações (Figura 5).


Para o agronegócio, as exportações setoriais de São Paulo no primeiro bimestre de 2026 representaram 16,5% em relação ao agronegócio brasileiro, 2,2 p.p. menor em relação ao mesmo período de 2025, enquanto as importações aumentaram de 1,7 p.p., passando de 29,1% para 30,8% (Figura 5).

A participação dos grupos do agronegócio paulista no agronegócio nacional nos primeiros dois meses de 2026 se destacou nos seguintes grupos de produtos, cuja participação em valores ultrapassa 50% do total nacional: sucos (80,6%), produtos alimentícios diversos (69,2%), complexo sucroalcooleiro (65,3%) e demais produtos de origem vegetal (61,5%) (Tabela 5).

Em relação aos principais estados exportadores em valores, São Paulo aparece na segunda posição com 16,6% de participação, atrás do Mato Grosso (20,5%) que ocupa a primeira posição. Os estados de Minas Gerais (10,9%), Paraná (10,5%), Rio Grande do Sul (8,6%) e Mato Grosso do Sul (6,0%) completam a lista (Figura 6). Esses seis estados somados representam 73,1% das exportações totais do agro brasileiro no primeiro bimestre de 2026.


1Estado produtor (unidade da Federação exportadora), para efeito de divulgação estatística de exportação, é a unidade da Federação onde foram cultivados os produtos agrícolas, extraídos os minerais ou fabricados os bens manufaturados, total ou parcialmente. Neste último caso, o estado produtor é aquele no qual foi completada a última fase do processo de fabricação para que o produto adote sua forma final.

 

2Estado importador (unidade da Federação importadora) é definido como a unidade da Federação do domicílio fiscal do importador.

 

3Os grupos de produtos dos agronegócios podem ser vistos na opção “Tabela de Agrupamentos” em MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. Agrostat. Brasília: MAPA, 2026. Disponível em: http://sistemasweb.agricultura.gov.br/pages/AGROSTAT.html. Acesso em: mar. 2026.

 

 

 Palavras-chave: agronegócio, balança comercial, exportações, importações, comércio exterior, grupo de produtos, superávit, saldo.

 

 

 

Liberado para publicação em: 26/03/2026

 

 

 

COMO CITAR ESTE ARTIGO

GHOBRIL, C. N.; ANGELO, J. A.; OLIVEIRA, M. D. M. Balança Comercial dos Agronegócios Paulista e Brasileiro, Primeiro Bimestre de 2026 Análises e Indicadores do Agronegócio, São Paulo, v. 21, n. 3, p. 1-16, mar. 2026. Disponível em: colocar o link do artigo. Acesso em: dd mmm. aaaa.